
Na relação direta – entre gestor e colaborador – é possível estimular o desenvolvimento de competências importantes para bons resultados da empresa, mas, principalmente, para a satisfação do profissional. Equilíbrio emocional e flexibilidade; trabalho em equipe; energia e comunicação são competências que podem ser desenvolvidas e incorporadas à carreira e ao dia a dia na agência.
Mas o trabalho por si só não basta. Se antes a questão era equilibrar a vida pessoal com uma carreira, hoje, a vida fora do escritório está se tornando cada vez mais importante.
Os profissionais jovens que estão renovando o mercado de trabalho também preferem atuar em organizações que estimulam a criatividade, delegam responsabilidades e autonomia para explorar oportunidades, inovar e agregar valor. Há, sobretudo, uma necessidade de aprender, de sentir que há um sentido naquilo que se faz. Fica cada vez mais claro o significado e a relevância da autorrealização.
A galera que está começando no mercado de trabalho tem um ranking* de prioridades bem definido. Dos profissionais entrevistados 19,9% deles prioriza o desenvolvimento, a evolução dentro da empresa; seguido de 12,1% que apontam o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal como fator de maior importância. Na terceira posição, 12,4% dos jovens entrevistados elencaram o salário como critério. Em seguida, 11,1% se preocupa com o crescimento profissional, e, por fim, na última posição 10,7% acredita que uma boa empresa tem como prática o reconhecimento.
É preciso que as empresas estejam preparadas para receber um profissional multitarefa, conectado, que busca sempre o melhor, nem sempre em termos de remuneração, mas, sim de aperfeiçoamento. Além da relação entre profissional e líder, o alinhamento entre os colegas mostra a prática dos valores e a cara da agência. Ter visão-missão comum e compartilhar os objetivos da empresa em consonância com os objetivos individuais é um bom caminho.
Confira algumas dicas para manter sua equipe em sintonia e seus talentos motivados:
AMBIENTE DE TRABALHO: e o clima organizacional devem proporcionar interação e boa convivência. É preciso que haja confiança, que as pessoas não tenham receio de compartilhar ideias, nem medo de errar, isto é, cultivar um espírito de equipe, um sentido de pertencimento ao coletivo.
O MÉRITO: As condições de trabalho devem ser favoráveis (salários, prêmios, expectativas de crescimento profissional; etc.) baseadas na meritocracia, reconhecendo toda contribuição.
INCENTIVAR: É fundamental ter um líder disposto a apostar no colaborador: delegando tarefas, metas, desafios, enfim, permitindo que cada um descubra qual o melhor caminho para o seu próprio crescimento.
CRESCER E EXPANDIR: Os profissionais precisam de tempo para amadurecer, se reciclar, buscar formação, inclusive em outras áreas de interesse. Por exemplo: um criativo pode estudar e migrar para outro setor dentro da própria agência.
PAIXÃO: As pessoas que gostam do que fazem, têm mais responsabilidade e trabalham com satisfação. A motivação depende essencialmente de cada profissional, sendo sempre impulsionada pela empresa.
