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Orcali Segurança e Serviços expande para o Paraná
16 de Abril de 2019

Orcali Segurança e Serviços expande para o Paraná

Foto: Fernando Walladino

A abertura da filial da ORCALI Segurança e Serviços em Curitiba está autorizada pela Polícia Federal. A mais antiga empresa do segmento em Santa Catarina, criada em 1968, também vai operar no Paraná, onde o empresário Alfredo Ibiapina manteve atuação durante 16 anos. A meta é priorizar a busca de clientes na área corporativa e fazer parcerias com empresas já atendidas pela ORCALI que tenham filiais no Estado vizinho.

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Alfredo Ibiapina diz que qualquer empresa que tem a vontade de crescer precisa amplificar suas operações e ir além das fronteiras da região onde atua. “Conheço bem o mercado do Paraná e acredito que podemos nos expandir lá mais do que em qualquer outro Estado”, afirma o empresário.

A entrada no Paraná é vista como essencial para que a ORCALI aumente a participação de empresas privadas no seu mix de clientes. A empresa catarinense oferece os serviços de Segurança Patrimonial e Pessoal, Segurança Eletrônica, Serviços de Facilities (mão de obra especializada). O presidente da empresa destaca que as empresas de segurança e serviços mais antigas e estáveis do Brasil estão em Santa Catarina, o que faz do Estado um dos melhores para quem atua no ramo, mas ressalta que o Paraná também tem grandes corporações e é atrativo para o segmento. “A sede em Curitiba já está montada e agora é a hora de se apresentar ao mercado, traçando ações comerciais voltadas para as demandas das empresas daquela região e do Estado”, ressalta Ibiapina.

Contingente do setor
De 2016 para cá, o segmento de segurança reduziu de cerca de 700 mil para 630 mil o número de vigilantes no Brasil – que, ainda assim, é um efetivo superior ao das Forças Armadas, por exemplo. Muitos empresários diminuíram os gastos com segurança para manter seus negócios apesar de saberem dos riscos que estavam correndo. A expectativa é de que o país supere a crise e o mercado reaja, permitindo a retomada das contratações. “A economia crescendo, todos os segmentos serão beneficiados”, afirma Alfredo Ibiapina.
Um dos anseios do setor é a aprovação do novo Estatuto da Segurança Privada, que está no Senado à espera de votação. “Ele será um marco para a nossa área”, garante Ibiapina. O estatuto vai modernizar a lei nº 7.102, que trata do assunto, mas que é de 1983 e não acompanhou a evolução do mercado. Um exemplo são os serviços de segurança eletrônica, que evoluíram muito nas últimas décadas e não são contemplados pela antiga legislação. “Há empresas de alarme fazendo segurança eletrônica, e pelo novo estatuto esse trabalho só poderá ser feito pela segurança privada”, completou. 

Foto: Fernando Willadino

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