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Market Place, um novo canal, ou mais um sócio
25 de Julho de 2013

Market Place, um novo canal, ou mais um sócio

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Por Cristiano Chaussard 25 de Julho de 2013 | Atualizado 03 de Dezembro de 2021

cordabamba-1024x821-628x356Já não bastava o governo…
O desafio do empreendedor em equilibrar qualidade de produto, seu foco no público certo, preço afinado com sua estratégia, comissionamentos, loja física de rua e de shopping center,  loja virtual, a equalização dos preços nestes canais, a busca pelo volume de vendas e os impostos que o governo diz aplicar ao bem comum, agora surgem os marketplaces. Sim, eles tem modelo de negócios muito similar aos shopping centers, que também participam do faturamento do varejista, mas enquanto o Shopping Center físico cobra de 3% a 8%, existem marketplaces chegando aos 25% de participação.

Semelhanças ao Shopping Center
Há vantagens, não tenho dúvidas. A principal vantagem que percebo é o compartilhamento das verbas de marketing: vários lojistas pagando taxa de marketing geram uma alta verba de marketing que permite construir uma relevância virtuosa.

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O problema do modelo é que o consumidor, atraído para o marketplace acaba sendo impactado por todas as lojas ao mesmo tempo, não necessariamente pela sua. E pra onde foi sua verba de marketing? 
A visibilidade de sua marca, agora uma coadjuvante, fica diluída pela concorrência interna.

 

Menos trabalho e menor margem de lucro
Diluição parece ser uma constante no modelo de marketplaces. Enquanto boa parte do trabalho em administrar é diluído pelo modelo, a margem de lucro também é achatada. O problema, neste caso, é o desequilíbrio das compensações uma vez que o custo de manter uma equipe de e-commerce não é assim tão alto. Pode chegar a ser até dez vezes menor que os custos de uma (só uma) loja física. Cobrar o percentual que o marketplace está praticando pode não ser nem um pouco vantajoso no médio prazo. Faça as contas.

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