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Nutricionista, fonoaudióloga e publicitário de Florianópolis lançam livro sobre seletividade alimentar
28 de Outubro de 2021

Nutricionista, fonoaudióloga e publicitário de Florianópolis lançam livro sobre seletividade alimentar

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Geralmente com início na primeira infância, até 30% das crianças sofrem de dificuldades alimentares – seletividade. Em crianças com alguma alteração no desenvolvimento, o número pode subir para até 80%. A partir do desejo de transformar essa situação desafiadora em uma oportunidade de unir as famílias, surgiu o livro “Dino não quer Comer – uma jornada pela seletividade alimentar”, com lançamento nesta quinta-feira (28), às 19h, no A Fábrica Working Bar, em Florianópolis.

O livro, disponível exclusivamente em versão física e à venda pela Amazon, é fruto da parceria de três profissionais da capital: a nutricionista Elisa de Espíndola e a fonoaudióloga Jéssica Batista, que trabalham diariamente no atendimento de crianças seletivas, e o publicitário e ilustrador Bernardo Amin, que deu vida ao tema de forma lúdica, criando um universo cativante para divertir e educar pais e filhos. Na obra, a jornada que o pequeno dinossauro Dino enfrenta com a ajuda de seus pais e amigos para lidar com as questões da seletividade alimentar.

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A cada página de “Dino não quer comer”, foram incluídas dicas práticas direcionadas aos familiares. Ao final, o livro traz páginas especiais com os personagens da história para as crianças colorirem e continuarem explorando o universo da narrativa.

De acordo com a nutricionista Elisa de Espíndola, “a criança seletiva tende a aceitar somente um cardápio restrito, recusa experimentar novos alimentos e faz escolhas alimentares repetitivas, além de existir padronização de cores, formatos e texturas dos alimentos”. Dessa forma, o objetivo do livro foi promover o entendimento, desmistificar a seletividade alimentar e contribuir para a interação familiar. “As chances de sucesso são muito maiores em famílias que enfrentam a situação de forma direcionada, assertiva, lúdica e sobretudo quando há o interesse de procurar mais informações sobre o tema”, explica.

Além da nutricionista, a participação de uma fonoaudióloga na autoria da obra somou à história, já que este é profissional capacitado para avaliar e tratar as habilidades orais ligadas à alimentação. “Em casos de seletividade alimentar, essa visão é ampliada para contextos que envolvem rotina familiar, questões ambientais, comportamento e dificuldades para lidar com as características dos alimentos”, explica a fonoaudióloga Jéssica Batista.

 

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