Esta coluna não vai falar de propaganda. Não vai tratar de marketing. Nem mesmo tocar no assunto vendas. Ela também não vai criticar alguma ação ou a falta de ação do governo. Não vai expor meu ponto de vista e nem tocar em algum assunto polêmico. Mas isso não significa que essa coluna seja uma despedida. Apenas ela está sendo escrita e lida em uma época do ano em que as pessoas estão preocupadas em essência com duas coisas: o aconchego de lares e famílias e uns dias de descanso.
A coluna vai ser curta e direta no ponto. Não vai ser muito diferente e original do que você já deve ter ouvido nos dias anteriores de outras pessoas e empresas. Afinal, o que todo mundo quer nessa época é que todo mundo seja feliz, tenha um Natal em congregação com os seus familiares e que o significado da data, do renascimento da fé e da esperança, seja levado ao pé da letra muito mais do que o pacote embrulhado embaixo da árvore. O que a gente quer mesmo, é renovar as esperanças, acreditar mais no ser humano e em um mundo melhor.
Mas para que esse renascimento aconteça de verdade e que o ano novo seja realmente brilhante como os fogos, espumante de alegria como o estourar dos champanhes e seja verdadeiramente diferente, e não apenas mera renovação da rotina, é preciso que cada um de nós acredite que isso seja possível e mude pequenas coisas. As boas festas e o renascer de um novo mundo não dependem de fazermos uma única coisa 100% melhor, mas 100 coisas 1% melhor. Basta um pouco de cada um para que o ano seja novo. Boas festas e até breve.
