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Fundação Cultural BADESC expõe obras finalistas no 8º Prêmio AF de Arte Contemporânea
08 de Outubro de 2021

Fundação Cultural BADESC expõe obras finalistas no 8º Prêmio AF de Arte Contemporânea

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Pela terceira vez, a Aliança Francesa de Florianópolis e a Fundação Cultural BADESC se unem para apresentar as produções dos três finalistas no Prêmio AF de Arte Contemporânea. A exposição coletiva da 8ª edição do prêmio acontece a partir deste sábado (9) na Fundação Cultural BADESC, na capital, e segue até o dia 11 de novembro.

A abertura será às 11h, em transmissão ao vivo pelo canal da Aliança Francesa no YouTube, quando será anunciado o grande vencedor. O evento promoverá ainda uma roda de conversa sobre trajetórias, pesquisa e produção artística dos finalistas.

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Segundo a diretora geral da Fundação Cultural BADESC, Margaret Waterkemper, a curadoria da mostra foi pensada de modo colaborativo, em conjunto com os três finalistas, a fim de conceber uma exposição que contemple um pouco da trajetória de cada um deles no mundo das artes. “Territorialidades, sob perspectivas da linguagem, materialidade e poética, estão presentes nas obras de Diego, Fran e Gabi”, afirma.

 

 

Agende-se

Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021, com Diego de los Campos, Fran Favero e Gabi Bresola
Quando: abertura – 9 de outubro, às 11h, no canal da Aliança Francesa no YouTube (abertura). Visitação até 11 de novembro.
Onde: Rua Visconde  de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis. Visita virtual pelo site.
Quanto: gratuito

 

Conheça os finalistas:

Fran Favero

Fran Favero (1987) é artista visual e curadora. É mestre em artes visuais pela Udesc, além de graduada em artes visuais e biologia. Pesquisa as relações de fronteiras que permeiam territórios, corpos e memórias. Nessa linha, atua no campo dos multimeios, incluindo produções em fotografia, vídeo, publicações de artistas e instalações. Já expôs individualmente e em coletivas em espaços como a 14ª Bienal Internacional de Curitiba, no Museu de Arte de Santa Catarina (Masc). É professora colaboradora do Departamento de Artes Visuais da Udesc. Sua obra passa pelas noções de transdisciplinaridade e intermídia como elementos centrais de sua prática. A palavra como conceito disparador também é recorrente em seu trabalho. O atravessamento e as relações possíveis entre território, corpo e palavra (línguas) estão presentes de maneira recorrente nas suas produções. 

 

Diego de los Campos

Diego de los Campos (1971) é artista visual nascido no Uruguai e radicado em Florianópolis desde 1999. Já participou de diversos salões de arte contemporânea, entre eles o de Piracicaba, de Ribeirão Preto e Arte Pará, entre outros. Já expôs individualmente no Museu Victor Meirelles e no Masc. Foi indicado em 2019 ao Prêmio Pipa e, em 2020, foi selecionado no Rumos Itaú Cultural 2020-2021. Desde 2010 integra o Coletivo Artístico Nacasa, onde mantém ateliê e dá cursos de arte multimídia. Sua obra busca ressignificar o descarte da sociedade. Dá sobrevida e reutiliza objetos, ou parte deles, ao colocá-los em movimento. A proposta passa por gerar um movimento interno do pensamento que coloque em jogo contradições latentes de formas de ver o mundo. Nesse sentido, a partir de objetos e materiais interceptados de seu caminho ao lixo, cria estruturas que comportam representações de corpos humanos, por exemplo. De los Campos cria e programa circuitos que utilizam sensores e microcontroladores. Sua busca é que o resultado estético seja uma junção de elementos sem ocultar nem dissimular as funções de cada parte.

 

Gabi Bresola

Gabi Bresola (1992) é reconhecida pelo trabalho com pesquisa e publicações de artistas e pela coorganização da feira Flamboiã. Na academia, é mestre em Artes Visuais pela Udesc.  Desde 2012 realiza exposições e publicações e dedica-se principalmente à elaboração de projetos culturais de artes visuais e de cinema pela Ombu Produção. Também já atuou como curadora de exposições, entre elas Interior, Verada e Reles chão. Individualmente, já expôs em Florianópolis, Itajaí e São Paulo. No cinema, dirigiu o curta Larfiagem e produziu filmes como Antonieta e Documentário. Seu trabalho como artista passa pela pesquisa sobre questões geopolíticas a partir da mediação entre a cultura do interior e as implicações coloniais. Nesse sentido, propõe discussões que entrecruzam o conhecimento empírico e o formal a partir de sua formação rural e acadêmica.

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