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EP Outro Mar | Tempestade futura lança novo trabalho em Florianópolis
30 de Junho de 2017

EP Outro Mar | Tempestade futura lança novo trabalho em Florianópolis

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Neste sábado, melancolia e esperança emergem no EP Outro Mar, obra do músico Victor Guilherme no projeto Tempestade Futura.  Diante de um mundo em colapso, Victor Guilherme compõe sobre a única força que nos resta: a esperança no amor.

As quatro faixas intensas de rock alternativo coberto de poesia colocam em perspectiva as coisas simples e verdadeiras da vida. O novo trabalho virá à tona neste sábado, dia 1º de julho, e pode ser conferido logo abaixo, além das principais plataformas digitais, como Spotify, Deezer e iTunes.

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clip disponível da música Espada de Vidro
https://www.youtube.com/user/tempestadefutura

https://www.youtube.com/watch?v=_U9i3W4KoRE&feature=youtu.be

Ficha técnica EP Outro Mar
Produção, letras e músicas de Victor Guilherme.
Mixado por Martín Misenta
Suporte técnico no estúdio de Beto Fonseca
Masterizado por Mike Marsh
Direção de Arte e fotografia de Douglas Sielski

Sobre Victor Guilherme 
Músico autodidata, Victor Guilherme cresceu no interior de São Paulo, ao som da viola caipira dos avôs e no ritmo dos ensaios de garagem da banda de rock do tio. Aos nove anos aprendeu a tocar violão com o pai e aos 11 ganhou uma bateria. Passou a infância ouvindo a primorosa seleção musical paterna, que incluía Rolling Stones, The Police, The Beatles, Bee Gees, A-Ha, Milton Nascimento, Roberto Carlos, Caetano Veloso e outros. “Eu prestava muita atenção nas melodias, nas letras, na interação entre métrica, ritmo e harmonia, percebia as ‘partes’ das músicas e entendia o estilo deste ou daquele artista,” lembra. 

Foi aos 12 anos que Victor Guilherme reconheceu a primeira banda que o marcou: Legião Urbana. “Escutei muito e aprendi a tocar tudo deles no violão. As letras de Renato Russo tiveram grande impacto na minha visão de mundo e no meu estilo de tocar e pensar a música,” destaca. Durante o colégio, ele participou de bandas, mas foi em Florianópolis, já na faculdade, que experimentou outros instrumentos, como guitarra, piano, bandolim. “Toquei na banda Novo Código Genético e depois criei o projeto Tempestade Futura, no qual escrevo as letras, produzo as músicas e junto amigos pra tocar ao vivo”.

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