Sob os conceitos de cidade criativa e cidade para pessoas, que consagrou as iniciativas do grupo, obras de arte passam a compor os espaços de uso público, provocando encantamento, reflexão e a ressignificação da relação das pessoas com o lugar.
A exemplo do Passeio Pedra Branca, em Palhoça, que já conta com a “Praça das Esculturas” e 22 totens da série Tarot Pedra Branca, criada pelo artista e poeta Rodrigo de Haro (1939-2021), uma das maiores expressões da arte brasileira, o complexo Passeio Primavera, em Florianópolis, também está ganhando uma galeria de arte a céu aberto.
“A iniciativa partiu dos empreendedores juntamente com o meu envolvimento e interesse pela arte, já há algum tempo estudando e participando de Feiras e Bienais de Arte no Brasil e exterior. Com a arte pública como instrumento de transformação social e cultural, acreditamos que podemos acrescentar novos valores ao Passeio Primavera e em outros projetos do Instituto Pedra Branca, recentemente criado”, afirma Myriam Consonni Gomes, proprietária do Primavera Garden, âncora do Passeio Primavera.
Entusiasta da arte urbana contemporânea, ela adianta que, em breve, o Passeio Pedra Branca também terá sua coleção de arte ampliada. “Sensibilizando e intrigando as pessoas com a coleção de arte Primavera, os novos Espaços de Arte que serão projetados têm a intenção de expor e trazer para mais perto do público o convívio com o artista e sua trajetória de criação e produção”, ressalta.
Coleção Primavera
– Unidade Neoconcreta, de Franz Weissmann
– Mockingbird e Topdog, 2020, de Huang Yulong
– Duas Graças, 2016, de Laura Vinci
– Sem título, 2022, de Iole de Freitas
– Linha da Terra, 2017, de Túlio Pinto


