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Votos por CPF e novos patrocinadores: o que esperar do BBB24?
05 de Janeiro de 2024

Votos por CPF e novos patrocinadores: o que esperar do BBB24?

Reality tem estreia marcada para o próximo dia 8/1 (segunda-feira)

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Com estreia marcada para o dia 8/1, o Big Brother Brasil (BBB) de 2024 tem as marcas patrocinadoras já divulgadas, contando com cotistas e participantes de dinâmicas. Além disso, um novo modelo de votação será estreado no programa, permitindo apenas um voto por CPF.

João Finamor, professor de marketing da ESPM explica como a presença das marcas durante o reality pode trazer mais visibilidade a elas e atrair novos clientes. “Representa uma vitrine ímpar, proporcionando um amplo reconhecimento. Além disso, quando utilizado numa narrativa de transmídia, consegue alcançar o consumidor em múltiplos pontos de contato, gerando interação, conexão e o desejado fortalecimento do vínculo entre marca e consumidor”, diz.

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Neste ano, as cotas do BBB foram estruturadas de forma distinta, sendo divididas em 3 categorias, são elas:

1. Cota Big, a mais valiosa do BBB, que permite ao patrocinador participar ao longo de toda a jornada do reality show;

2. Cota Camarote, que oferece ampla exposição das marcas ao longo da atração, incluindo a possibilidade de exposição em provas e outras dinâmicas na casa;

3. Cota Brother, que permite ao cotista participar de momentos significativos do BBB e garante a inserção da marca em três dinâmicas: 1 prova bate-e-volta, 1 festa e 1 Prova do Anjo.

Segundo o especialista da ESPM, um bom storytelling é essencial nessas ações. “Uma exposição extraordinária de marca carece de significado se não estabelecer uma conexão autêntica com o cliente através de uma narrativa envolvente”, afirma Finamor. “A Avon e McDonald ‘s no BBB 21, por exemplo, ilustram o sucesso de ações de merchandising, aproveitando o programa para lançar e desenvolver campanhas que se desdobravam nas redes sociais, interagindo com o público”, completa.

O programa também terá um novo modelo de votação, além do antigo, permitindo que o público vote apenas uma vez. João Finamor diz que o voto por CPF, correspondendo a 50% do total, é uma tentativa de equilibrar a votação.

Marcelo Crespo, coordenador e professor dos cursos de graduação e pós-graduação em direito da ESPM,  no entanto, acredita que mesmo com essa limitação de voto, não há garantia de que não haja pessoas votando com o CPF alheio, e que um sistema mais “seguro” seria mais burocrático e acabaria desestimulando as pessoas de votar.

João Finamor é professor de Marketing da ESPM e possui experiência em planejamento estratégico, mídias sociais e influencer marketing, onde atuou em projetos com pequenas e grandes empresas.

Marcelo Crespo é advogado com extensa experiência em atender empresas nacionais e multinacionais em demandas que envolvam direito digital (privacidade e proteção de dados, transformações digitais, blindagem de websites, segurança da informação), criminal e compliance. Atua como coordenador e professor dos cursos de graduação e pós-graduação de direito da ESPM-SP.

Foto: Freepik

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