O vice-presidente Jurídico e de Relações Governamentais do Grupo RBS, Alexandre Jobim, será painelista da Conferência Internacional do 20º Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que se realiza desta quinta-feira (02) a sábado (04), em San José, capital da Costa Rica. Organizado pela Unesco, o congresso, principal evento de celebração do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, terá como tema principal Falar Sem Medo: Assegurando a liberdade de expressão em todas as mídias.
Jobim participará do painel Pluralismo da Mídia, Propriedade e Publicidade, que ocorrerá na manhã de sábado (04) e tem o objetivo de avaliar as diferentes formas de financiar e sustentar a mídia, preservando os princípios de independência e ética, os entraves e os preceitos orientadores da liberdade de expressão.
O evento também terá cerimônia de entrega do Prêmio Mundial de Liberdade de Imprensa Unesco-Guillermo Cano. A homenageada de 2013 é a jornalista etíope Reeyot Alemu, que cumpre cinco anos de prisão na penitenciária Kality, na Etiópia.
“A democracia depende de um dos seus maiores pilares – a liberdade de expressão, com pluralidade de opinião e diversidade de informação. Para isso, a multiplicidade de meios de comunicação e a independência editorial são cruciais, não só entre a mídia tradicional, formada por rádio, televisão e jornais, mas também para as novas tecnologias e a internet. Não podemos admitir que a publicidade governamental seja transformada em propaganda ideológica, bem como é intolerável que alguns governos tentem controlar a mídia por meio de publicidade.”, afirma Jobim.
Do mesmo painel, participam o presidente do Comitê Jurídico da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), Asdrubal Aguiar, da Venezuela; o professor de Ciência Política da Universidade ORT, Javier Bonilla Saus, do Uruguai; e o presidente da Associação Internacional de Radiodifusão (AIR-IAB), Luis Pardo Sainz, do Chile.
O dia 3 de maio é celebrado para encorajar e desenvolver iniciativas em favor da liberdade de imprensa e para avaliar a situação em todo o mundo, onde ainda há violações em que dezenas de países ao redor do mundo praticam censura a publicações, perseguições a editores e jornalistas e atos de violência.
Foto: Ricardo Duarte.

