Solidariedade em alta em projetos do Social Good Lab
05 de Dezembro de 2013

Solidariedade em alta em projetos do Social Good Lab

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social good labNa quarta-feira a tarde um grupo de simpáticos palhaços visitou os idosos do Lar mantido pela Serte no norte da Ilha de Santa Catarina. Para cativar os moradores, eles não precisaram de malabarismos ou grandes estripulias. Bastou a leitura de cartas endereçadas aos velhinhos.

A proposta do Doses de Alegria, coordenado pela psicopedagoga Nadia Ruy, é visitar hospitais e clínicas geriátricas para divertir os pacientes internados e levar a eles mensagens de otimismo e alegria.

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“Nas visitas, usamos a linguagem de doutores palhaços”. A intenção agora é permitir que idosos recebam carinho de pessoas de qualquer ponto do país, mesmo desconhecidas. Pelo site será possível enviar mensagens positivas para os velhinhos. A ideia partiu de uma voluntária do projeto, Fátima Rodrigues, que vai integrar a equipe de três pessoas que vão receber os textos e organizar a impressão de cartas com as mensagens para serem lidas pelos doutores palhaços.

A apresentação na Serte faz parte das ações de aperfeiçoamento do Doses de Alegria planejadas pelo Social Good Lab. Para essa primeira experiência piloto, as cartas foram escritas pelos próprios palhaços e lidas para os idosos. “A ideia é que nas próximas semanas a gente possa abrir a participação para pessoas de todo o Brasil”, diz Nadia.

Ana Dantas, outra participante do Lab, recebe apoio dos mentores e especialistas para aperfeiçoar o “Cor Ação”. O projeto é um aperfeiçoamento do “Hemo Ação”, premiado em 2012 no Festival de Ideias no Seminário Social Good Brasil. “Nossa proposta é usar a tecnologia e suas ferramentas para estimular a doação de sangue, fidelizar doadores e acelerar o processo de chamada de emergência”, diz.

Em um primeiro momento, o “Cor Ação” deve ser uma ferramenta tecnológica adotada por empresas que pretendam estimular que os funcionários se tornem doadores. Atualmente Ana e sua parceira na empreitada, a estudante Sophia Rischbieter estão na fase de desenvolvimento do Mínimo Produto Viável (MVP) do projeto. Ou seja: elas testam e aperfeiçoam uma proposta a partir de um piloto até alcançar um produto que seja viável para oferecer a empresas.

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