Foto:Marcelo Camargo/Agência Brasil
Mario Cezar de Aguiar, presidente da Federação das Indústrias (FIESC), juntamente do 1° vice-presidente da entidade, Gilberto Seleme, participam da Expo Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, de 13 a 19 de novembro. Eles integram comitiva brasileira que reunirá 320 líderes empresariais.
A iniciativa é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), com o apoio da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil). Representando a CNI, Aguiar apresentará o potencial de negócios entre Brasil e os Emirados Árabes. Nesse período, o vice-presidente da FIESC para o Alto Vale do Itajaí, André Armin Odebrecht, assume interinamente a presidência da entidade.
Em 2019, Santa Catarina exportou US$ 236,6 milhões aos Emirados Árabes. Os principais produtos embarcados foram carne de aves e carne suína, madeira, tabaco, motores e geradores elétricos, acessórios para tubos e cerâmica de revestimento. No período, Santa Catarina importou US$ 6,4 milhões dos Emirados. Entre os produtos comprados estiveram alumínio e fios de alumínio, vidro, monofilamentos sintéticos e polímeros de etileno.
O evento vai até o dia 31 de março de 2022 e abriga mais de 200 pavilhões de 192 países. Nesta edição, traz os eixos temáticos: Mobilidade, Sustentabilidade e Oportunidade. O pavilhão do Brasil está localizado no Distrito da Sustentabilidade e mostra a diversidade de fauna e da flora, a multiplicidade étnica, criativa e cultural do povo brasileiro. A delegação brasileira irá conhecer as formas de atuação nos Emirados Árabes, seja exportando, importando, fazendo investimentos ou buscando parceiros para projetos. Além disso, os empresários terão a oportunidade de participar de encontros com companhias árabes e realizar visitas técnicas a centros de referência.
O presidente afirma que, “A participação na Expo Dubai marca a retomada das missões em busca de novos negócios no exterior. O Brasil é o principal parceiro comercial dos Emirados Árabes na América Latina e os Emirados são um importante hub para as empresas brasileiras acessarem mercados no Oriente Médio, África e sul da Ásia. É um país relevante para a nossa agenda comercial”.
