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Palmas do Arvoredo, em Governador Celso Ramos, apresenta uma valorização recorde em 25 anos
25 de Janeiro de 2022

Palmas do Arvoredo, em Governador Celso Ramos, apresenta uma valorização recorde em 25 anos

Loteamento atrai investidores e moradores que desejam proximidade com a natureza, tranquilidade e infraestrutura

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A cidade de Governador Celso Ramos vem atraindo investidores e moradores em busca de belezas naturais e tranquilidade.

A cidade abriga a área de proteção ambiental de Anhatomirim e a Reserva Marinha Biológica do Arvoredo. Além disso, oferece infraestrutura, facilidade de acesso, segurança e tranquilidade. Não por acaso, terrenos e apartamentos registram valorização exponencial nos últimos anos.

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O loteamento Palmas do Arvoredo é um exemplo desse fenômeno. Nas últimas duas décadas, o empreendimento teve terrenos com valorização acumulada de 4 mil por cento. Parte disso se explica pelo modelo do loteamento. Para evitar o crescimento acelerado e desordenado, os empreendedores planejaram o ritmo de ocupação, com a venda programada de imóveis a cada ano, e limitaram o uso do solo, com a manutenção de oito áreas de preservação da Mata Atlântica.

Contribuiu para a valorização também o fato de o empreendimento ter sido planejado desde o lançamento, há 25 anos. O urbanismo, todo definido pelo arquiteto Sérgio Sclovsky, inclui ruas largas, áreas de estacionamento, passarelas para acesso à praia e boulevard.

“Há ainda uma estrutura urbana, com opções de comércio e serviços, em uma área próxima à natureza. A junção de todos esses diferenciais é essencial para garantir qualidade de vida aos moradores”, diz Eduardo Schulman, diretor da Palmar Empreendimentos.

“Percebemos uma mudança no perfil das próprias construções. Os compradores passaram a exigir itens que antes não eram tão importantes, como tubulação para água quente, elevadores, piscina aquecida, energia fotovoltaica, entre outros”, observa Leila Martini, que comercializa imóveis na região há mais de duas décadas.

O empresário Thiago Muller, diretor da Construtora MTF diz que, “As pessoas querem permanecer mais tempo na praia e aproveitar o verão e também as outras estações do ano. Então é preciso ter opções para dias quentes, frios, de sol ou de chuva”.

Projeto antecipou conceitos que ganharam força décadas depois

No início dos anos 90 o Brasil sediou a primeira Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio 92, evento que reuniu chefes de estado e cientistas de todo o mundo e colocou a preservação da natureza em destaque da agenda das discussões globais.

Na época, ainda eram poucos os empresários que compreendiam a necessidade de o homem buscar meios de conciliar avanços econômicos e preservação do meio ambiente, ideia que ganhou importância a partir dos anos 2000 e hoje é parte da estratégia de grandes corporações mundo afora.

Os empresários Augusto Prolik e Mário Petrelli perceberam ainda em 1996 a importância dessa ideia. Em um terreno de 800 mil metros quadrados, ladeado por montanhas e diante de uma praia de areia e água limpas, optaram por um empreendimento com soluções para garantir o melhor uso do espaço urbano e com infraestrutura para preservar o meio ambiente. Em vez da ocupação máxima do solo, o projeto incluiu ruas largas e arborizadas, manteve áreas de mata intocada e organizou a distribuição de casas, imóveis comerciais e prédios residenciais da melhor forma para garantir desenvolvimento com qualidade de vida.
Passarelas foram construídas para possibilitar que o turista ou morador chegasse à praia sem caminhar pela restinga. E, mais importante, foi implantado um sistema de tratamento de esgotos capaz de atender toda a demanda local.

“Temos muito a comemorar quando pensamos nos 25 anos desde a implantação do Palmas do Arvoredo. Não é sempre que um projeto dessa envergadura nasce tão alinhado a conceitos modernos e essenciais, como o de desenvolvimento sustentável, e preserva essas características ao longo dos anos”, diz a empresária Luciana Petrelli.

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