| 1. Quatro homens e uma mulher, católicos, estavam tomando café na Praça de São Pedro, em Roma. O primeiro homem falou…– Meu filho é Padre e, quando entra num recinto, tratam-no de”Padre”. O segundo homem afirmou… – Meu filho é Bispo e, quando entra num recinto, tratam-no de”Sua Graça”. O terceiro homem disse… – Meu filho é Cardeal e, quando entra num recinto, todos inclinam a cabeça e o tratam de”Sua Eminência”. O quarto homem disse orgulhosamente… – Meu filho é o Papa e, quando entra num recinto, tratam-no de”Sua Santidade”. Como a única mulher estava saboreando o café em silêncio, os quatro homens dirigiram-lhe um sutil… E então…? Ela orgulhosamente respondeu… – Eu tenho uma filha alta e elegante, busto 40, 24 polegadas de cintura, 34 polegadas de quadris… – “Quando ela entra num recinto todos exclamam: “Meu Deus!!!”
2. Na década de oitenta do século passado, ainda com um pé na criação, mas com outro no planejamento, eu dedicava um capítulo de meus planos à Assessoria de Imprensa. Curiosamente, a atividade de Relações Públicas andava enfraquecida – embora já naquela época, devidamente regulamentada, fosse uma atividade exclusiva para os formados em RP. Fazia questão de esmiuçar o assunto. E embora misturando um pouco as coisas, no capítulo Assessoria de Imprensa, chamava a atenção do Cliente para a importância dessa atividade. Quase sempre inutilmente, porque eram poucos os que davam alguma bola para o assunto. De lá para cá, principalmente quando estou professor, costumo insistir com os alunos que têm paciência de me ouvir, com o fato de que não se pode mais tratar a publicidade isoladamente. “Temos de tratar a questão como um problema de comunicação, do qual a publicidade é apenas uma parte”, tenho dito insistentemente.
3. Outro dia o Júlio Pimentel enviou-me artigo onde Carlos Alberto Silva e Luiz Vita mostram o que muda no mercado de comunicação corporativa com a aquisição da CDN pelo Grupo ABC. Reproduzo dois trechos: “A compra da CDN pela Agência África, do Grupo ABC, é a principal notícia em toda a história da outrora comunicação empresarial e da atual comunicação corporativa brasileira. Parafraseando um famoso político, “nunca antes neste país” se viu tanto interesse e destaque para uma área que até há pouco mais de 10 anos sequer era tida como importante no mix de marketing das grandes corporações nacionais. A antiga assessoria de imprensa, que no Brasil ainda resiste bravamente graças às constantes crises do mercado jornalístico e ao grande desconhecimento dos empresários brasileiros quanto às reais funções das relações públicas, passa a ter um final anunciado. Ou seja, ou se renova, aprimora e profissionaliza ou até logo.” (…) “Com uma empresa do porte, expertise e reconhecimento da CDN fica claro que o jogo neste campo, para muitos ainda pouco profissional, ganha cores e contornos internacionais. Sem exagero, esta aquisição coloca as Relações Públicas brasileira no olho do furacão e a transforma na noiva cobiçada por outros grupos em curto e médio prazos.”
4. Quase simultaneamente, recebi a revista Negócios da Comunicação, edição no. 66, dirigida pelo Audálio Dantas, um dos meus grandes ídolos, que dedica seis páginas às Agências PR. E mostra a importância delas no composto de comunicação de uma empresa, sobretudo nas épocas de gerenciamento de crise. Li (e gostei) da matéria. Se você puder, faça o mesmo. Tenho certeza de que também vai aprender. E descobri que PR é a abreviação de Public Relation. Uma designação antiga de uma atividade que renasce com força total. E não se preocupe com o PR. Como disse o Emílio Cerri outro dia, agora todo ano precisamos revisar nosso vocabulário de comunicação, onde vive surgindo palavras novas. Mesmo que elas sejam antigas e estejam, apenas, experimentando uma fase de renascimento. Como a exclamação MEUS DEUS! Cujo significado depende da hora, do local e da situação em que é pronunciada. |
