Experiente jornalista que hoje atua no jornalismo da Record News em São Paulo, Barbeiro falou diretamente ao radiodifusor em boa parte da sua apresentação. Lembrou a compra do Washington Post pelo fundador do site Amazon pelo equivalente a 10% do que o New York Times pagara tempos atrás pelo periódico americano. E por que ele ele comprou um Titanic, que em breve vai afundar, visto que o cenário é de que o jornal em poucos anos deixará de circular em papel? Porque quer ter esse público do W.P. próximo para encantá-lo e prepará-lo para quando o jornal for exclusivamente feito por bits e bytes.
Brand das marcas
Heródoto utilizou um levantamento do Interbrands para mostrar o valor de marcas famosas, a maioria valorada pelo intangível como é o caso da Coca-Cola cuja marca está avaliada em 68 bi de dólares. Na opinião do jornalista o que os meios de comunicação mostram dessas marcas, seja pela publicidade ou pelo jornalismo acaba agregando valor e conceito a essas marcas.
O caso recente da Siemens também foi abordado por Barbeiro. Por que o diretor da empresa no Brasil resolveu abrir a caixa preta da propina dada em São Paulo para compra de trens, se há algum tempo outro executivo na Europa foi demitido por ter admitido uma coisa semelhante? Porque a força da comunicação e das novas mídias exige a cada dia mais transparência e atitudes como esta que são relevantes para as marcas.

