por Carlos Stegemann
Maior evento literário do país, a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), na cidade do litoral sul do Rio de Janeiro, tem uma cobertura proporcional aos grandes acontecimentos nacionais. A 11ª edição, encerrada no último domingo (07), reuniu 200 jornalistas brasileiros e do exterior. Profissionais da Alemanha sobressaíam entre os demais, por conta da proximidade da Feira do Livro de Frankfurt, na qual o Brasil será homenageado. Os veículos locais não economizaram esforços: O Globo tinha oito profissionais e dedicou todo seu caderno literário para a Festa. O jornal O Estado de São Paulo teve seu editor do Caderno 2, Ubiratan Brazil, no comando da equipe.
De responsabilidade da agência A4, de São Paulo, a assessoria de imprensa envolveu delicadas tarefas como assegurar o trabalho de repórteres-fotográficos sem perturbar os debates e a participação dos jornalistas que escrevem sobre o evento em cada painel. Apenas 15 senhas disponíveis por mesa gerou a instalação de um telão na sala de imprensa, onde a programação da Tenda dos Autores (auditório principal) era acompanhada on-line.
Este foi o sexto ano consecutivo de trabalho da A4 na Flip, cuja agência acumula experiências em outros grandes eventos culturais, como a Bienal de Artes de São Paulo e o Festival Internacional de Teatro de Curitiba. “Terminamos uma Flip e já deflagramos o trabalho da edição seguinte”, confirmou Simon Widman, 59 anos, diretor da A4 e com passagens por Folha de São Paulo, Veja e Correio Braziliense. A cobertura envolveu sete jornalistas da A4, mais quatro redatores da Casa Azul (organização responsável pela promoção da Flip), além de quatro repórteres-fotográficos. “A imprensa reconhece a consistência e a grandeza da Flip”, conclui Widman.
O jornalista Carlos Stegemann cobriu a 11ª edição da Flip para o Diário Catarinense e a rádio CBN Diário

