O Governador Raimundo Colombo abriu os trabalhos da tarde no último dia do 15o Congresso da ACAERT que acontece no Resort Cotão do Santinho, em Florianópolis, dizendo que faria ali, aquilo que todo jornalista faz: lavar a alma. E cumpriu!
Colombo fez uma apresentação geral das ações de seu Governo, demonstrando origem e destino dos recursos do Estado, as reduções realizadas nas despesas de várias Secretarias, conquistas de investimentos internacionais em Santa Catarina e outros assuntos na mesma linha.
“Santa Catarina tem 1,1% do território brasileiro e 11% da população. Somos um Estado privilegiado com economia diversificada com alguns segmentos apresentando resultados extraordinários. Como sabem, temos grandes exemplos de empreendedores sonhadores que realizaram obras das quais devemos nos orgulhar. Hoje você encontra, por exemplo, produtos Consul em vários lares brasileiros por que um obstinado empresário teimou em produzir geladeiras logo após a Segunda Grande Guerra. Só que ele não tinha dinheiro. E quem viabilizou seu sonho foi o Consul Renaux, de Brusque, que acreditou no projeto e hoje essa empresa é um orgulho para os catarinenses”, registrou o Governador.
O Governador fez uma queixa que já fizera noutras ocasiões, sobre o que ele chama de judicialização dos órgãos públicos que impedem a boa gestão dos G0vernos. Ele reclamou do excesso de normas, decretos, lei etc. que impõem prazos gigantes para a realização de muitas ações do Governo. Deu como exemplo uma licitação para a compra de remédios, cujo prazo de 90 dias e uma das licitantes entrando com uma liminar impede a compra de remédios de extrema necessidade por parte da população mais carente. Conclamou os radiodifusores (Rádio e Televisão) a darem mais atenção a esses assuntos, pois os órgãos públicos precisam ser vigiados e cobrados. Só com a informação isenta e verdadeira, o homem público terá respeito pela imprensa. E a população bem informada irá às manifestações em busca de seus direitos.

