A cobrança da Condecine pode inviabilizar o video on demand antes dele se firmar, avalia diretor da Globosat
18 de Setembro de 2013

A cobrança da Condecine pode inviabilizar o video on demand antes dele se firmar, avalia diretor da Globosat

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Investir em conteúdos para novas mídias e novas formas de apresentação é a razão de existir da empresa Horizonte, um braço pouco conhecido da Globosat. É pouco conhecido justamente porque este mercado, no Brasil, é muito pequeno. Para o diretor de novas mídias, Gustavo Ramos, as teles não deveriam competir com os produtores na oferta de video on demand (VOD), porque este é ainda um “dinheiro de pinga”.

O executivo fala também das preocupações do grupo quanto à taxa cobrada pela Ancine para essas novas formas de acesso ao conteúdo, que, na sua opinião, pode inviabilizar este negócio, cujo papel principal atual é reduzir o churn da TV paga.

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Em entrevista ao portal tele.síntese, Ramos responde a questão do CPM alto na programação brasileira segundo dizem as agências de propaganda e a dificuldade dos pequenos provedores em conseguirem carregar os 30 canais obrigatórios da lei. “Esta discussão sai um pouco da minha área, mas impressão que tenho é que vai ser um negócio bastante difícil. Não vimos uma desconcentração do mercado nos últimos anos. O peso dos grupos América Móvil e Sky continuam ou do mesmo tamanho ou em crescimento. Os ISPS regionais estão sofrendo muito, devido à não necessidade da mediação, com a recente decisão da Anatel. Acho que é uma tentativa para eles tentarem sobreviver. Do lago da Globosat, é obvio que existe a disposição de negociar.”

A íntegra da entrevista você encontra aqui.

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