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A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) divulgou um balanço mostrando que, o jornal pró-democracia Apple Daily, de Hong Kong não foi o único abatido por repressão governamental. Ao menos 22 jornais em todo o mundo foram levados a fechar por governos que incomodaram durante os últimos cinco anos. O Apple Daily foi fechado após ter os bens congelados e jornalistas presos.
Muitos sobrevivem apenas com edições online, em condições precárias após terem suas atividades cerceadas por censura direta, prisão de jornalistas, processos judiciais e multas fiscais.
Após 75 anos, o histórico diário El Nacional da Venezuela foi forçado a interromper a produção de uma edição impressa em outubro de 2015. Mas conseguiu manter a cobertura independente online.
No site, ele convida os leitores a assinarem a newsletter destacando que foi o primeiro a noticiar a pandemia do coronavírus no país.
O Brasil caiu quatro posições e passou à 111ª colocação entre 180 países no ranking de liberdade de imprensa global da organização Repórteres sem Fronteiras.
Para contornar as várias formas de assédio, alguns jornais conseguiram sobreviver como sites de notícias.
Oriundo de MediaTalks.
