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A pandemia chegou e mudou muita coisa. Um exemplo disto é o que mostram os dados do Gleeden, site criado na França em 2009, projetado por e para mulheres e que, atualmente, tem representação em outros países como Itália, Espanha, Índia e alguns da América Latina e conta com mais de 8 milhões de usuários.
Pesquisa realizada com 12.355 usuários, afirma que 68% dos entrevistados beijam menos desde o início das medidas restritivas impostas pelo novo Coronavírus.
“O confinamento está impactando significativamente a forma com que as pessoas se relacionam. Devido ao medo de contágio, à dificuldade de encontrar um parceiro, além das limitações de mobilidade e horários, as opções para se conseguir um beijo estão cada vez mais reduzidas. Aplicativos como o Gleeden se tornaram o espaço mais recomendado àqueles que desejam trocar carinhos, ainda que virtualmente”, comenta Silvia Rubies, diretora de comunicação e marketing do Gleeden na América Latina e na Espanha.
De acordo com os especialistas, beijos ajudam a reduzir a pressão arterial, queimar calorias, diminuir o colesterol no sangue, aliviar o estresse e desencadear endorfina em nosso corpo, portanto, podem ser considerados muito benéficos para o corpo humano.
