Cenários
- Taxa Selic ainda na estratosfera a 12.75% a.a. Poderá baixar para 11.75%
- Taxas de Juros seguem altas, asfixiando as empresas tomadoras de crédito e o consumidor
- Consumo sem perspectivas de crescimento
- Inadimplência segue alta mas estável
- U$$ segue alto entre R$ 4,90 e 5,10 sem tendência de queda maior
- IPCA fechou setembro com acumulado de 12 meses a 5,19% estourando a meta do BC
- Bolsa oscilando entre 112.000 a 117.000 pontos
- Taxa de desemprego estabilizada em 8%
- Projeção de crescimento do PIB em 2023 segue em 2.9% sustentado pelo AGRO
Comentários
Com esse quadro acima não há muito entusiasmo em obter resultados animadores no último trimestre do ano.
As empresas vivem a expectativa de fechar no zero x zero esse ano de 2023, o que já seria um lucro. Ponto de equilíbrio nesse ano será a glória.
Claro que haverá exceções, como o mercado Financeiro (nunca perde dinheiro, o segmento de Serviços de Tecnologia que tem margens sempre consideráveis e o Agronegócio embora com margens apertadas .
Varejo e Indústria seguem patinando ainda temerosos da inadimplência e com margens brutas abaixo de 28% sobre a Receita Líquida, o que nem sempre paga a conta.
Assim, devemos começar a estruturar os Planos de Negócios para 2024, com algum otimismo para que a política não prejudique o ambiente interno e que o Governo faça a sua parte com baixa interferência no mercado.
O que esperar de bom
- – Drástica redução da Selic e das taxas de juros
- – Investimentos estrangeiros para oxigenar o mercado
- – Aumento do nível de emprego e da renda familiar
Hermes Ghidini – Consultor de Empresas
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