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Coluna Fernanda Bornhausen | O que podemos fazer para sobreviver e ter sucesso no mundo VUCA
19 de Fevereiro de 2019

Coluna Fernanda Bornhausen | O que podemos fazer para sobreviver e ter sucesso no mundo VUCA

Por Fernanda Bornhausen 19 de Fevereiro de 2019 | Atualizado 19 de Fevereiro de 2019

Hoje escrevo sobre o super aprendizado que tive ontem na palestra da querida Ligia Fascioni, minha colega colunista aqui do AcontecendoAqui, uma das mulheres mais brilhantes que tenho o privilégio de conviver. 

Ela compartilhou, de forma brilhante, o seu entendimento do  que podemos fazer para sobreviver e ter sucesso no mundo VUCA . 

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Ponto crucial : Exercitar empatia e criatividade, habilidades humanas que as máquinas e a inteligência artificial não têm. Simples assim, mas mega complexo… explicado pela neurociência. E  explicado em metáforas por ela. 

1) Criatividade depende do repertório da pessoa. Depende da quantidade de prateleiras e caixinhas que ela tem. 

2) O cérebro  é supersustentável – reaproveita tudo e nos leva para o lugar comum sempre. 

3) Precisamos de prateleiras novas todos os dias.Ginástica mental aumenta o repertório – mas é MUITO desconfortável.

4) É preciso resistir ao preconceito automático.

5) Tudo que dói constrói prateleiras novas e aguça a criatividade para sobrevivermos ao Tesarac e ao mundo VUCA.

6) Quem exercita a empatia tem melhor repertório para inovar e sobreviver ao mundo VUCA.

7) O mundo não vai caber em 2 caixinhas, quem tiver poucas caixinhas vai sucumbir.

8) Precisamos nos expor ao diferente todos os dias.

9) O mundo é do tamanho do seu repertório!

10) Precisamos ampliar a nossa caixa e não sair da caixa. 

11) Precisamos nos conectar com pessoas com caixas totalmente diferentes das nossas, que ampliem o nosso repertório diariamente. 

12) Estamos no tempo do olhar humano. Da empatia e da criatividade.

13) Qual foi a última vez que você criou uma caixinha nova ?

14) O problema da humanidade é a falta de habilidade de construir caixinhas. 

15) As máquinas não têm medo porque não sentem empatia. 

16) Religião e espiritualidade não tem nada a ver uma com a outra. 

17) Religião estrita impede as pessoas de ter novas caixinhas. Ela dá as caixinhas prontas aos fiéis. Se aproveita de pessoas de 2 caixinhas.

18) Quem tem mais caixinhas tem que combater a restrição e estimular a criação coletiva de caixinhas.  

Eu super acredito e pratico tudo isso faz muitos anos, amplio meu repertório todo dia! Amo abrir caixinhas. Amo ser empática. Amo tudo que é novo.

Na Clear Inovação e no Social Good Brasil estamos abrindo várias caixinhas por dia! 

E viva a profusão de caixinhas coletivas. 

Obrigada de coração minha querida amiga e incrível Ligia!!

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