Publicidade
Coluna Ana Lavratti: Entrevista com Alberto Heller sobre a ópera-rock Frankenstein
28 de Junho de 2018

Coluna Ana Lavratti: Entrevista com Alberto Heller sobre a ópera-rock Frankenstein

Por Ana Lavratti 28 de Junho de 2018 | Atualizado 28 de Junho de 2018

É como receita de bistrô… quando junta os ingredientes mais selecionados com um chef estrelado, o prato só pode mesmo resultar em um tributo aos sentidos.

Com a ópera-rock Frankenstein, em cartaz no teatro do CIC até sexta-feira, dia 29, não é diferente. Somando a versatilidade da Camerata Florianópolis, solistas espetaculares, um enredo dramático com uma mensagem que se mantém atualizada ao longo de 200 anos, e a genial composição de Alberto Heller, a peça envolve, comove, e convida a plateia a refletir sobre as mais densas questões humanas ao longo de três horas de espetáculo.

Publicidade

Sob a regência de Jefferson Della Rocca, com direção cênica de Renato Turnes e figurinos de José Alfredo Beirão, a dramática relação entre “o médico e o monstro” permeia a exclusão social, a desenfreada ambição profissional, a necessidade intrínseca de amor (a Criatura é carente, acreditem!!) e em última instância o notório desejo humano de deter o controle sobre a vida e a morte. Tudo isso entre acordes sinfônicos e solfejos que remetem a um show de rock.

Minutos antes da estreia da Frankenstein, que tem no papel da Criatura o aclamado cantor Alírio Netto, eu conversei com Alberto Heller pra saber os bastidores da ópera-rock que merece a reverência das grandes casas de concertos no Brasil. 

 

 

Para ampliar as imagens e acionar o slideshow , clique nas fotos da Galeria.

 

ACOMPANHE MAIS POSTS by #ANALAVRATTI NO INSTAGRAM @analavratti e no FACEBOOK @fanpageanalavratti

WhatsApp
Junte-se a nós no WhatsApp para ficar por dentro das últimas novidades! Entre no grupo

Ao entrar neste grupo do WhatsApp, você concorda com os termos e política de privacidade aplicáveis.

    Newsletter