A RICTV | Record TV e o ND, em parceria com a rádio Regional FM, promoveram nesta segunda-feira (29), o lançamento do movimento “Contorno Viário Já!”. A ação mobilizará a sociedade para que governos, poderes públicos, entidades de classe, lideranças empresariais e representantes políticos atuem em favor da conclusão da obra prevista para 2012 e sem data para acabar. O evento foi realizado na Praça das Bandeiras, Centro de Palhoça.
No local foram distribuídos adesivos do movimento e exemplares avulsos do ND, que na edição desta segunda-feira trouxe ampla reportagem sobre os entraves do Contorno Viário. O jornalismo da RICTV esteve presente com transmissões ao vivo para o Balanço Geral, sob o comando de Raphael Polito. A mobilização foi transmitida também pelo Facebook, Twitter e Instagram da emissora.
Além de moradores e usuários da BR-101, foram convidados prefeitos dos municípios da Grande Florianópolis, representantes de entidades de classe e lideranças empresariais e políticas. A exemplo de outros movimentos de sucesso promovidos pela RICTV, o “Contorno Viário Já!” levará informações importantes para a comunidade, que há quase sete anos sofre com o trânsito pela não conclusão do projeto que promete desafogar o tráfego na região.
Um dos compromissos dos veículos de imprensa envolvidos no movimento é acompanhar as obras e as ações de governo junto aos órgãos federais e estaduais para a conclusão do Contorno Viário. Para o presidente-executivo do Grupo RIC em Santa Catarina, Marcello Corrêa Petrelli, o movimento é uma forma de prestação de serviço à comunidade. “Desta forma, auxiliamos os municípios a cobrarem das autoridades públicas a solução para um problema que já vem se prolongando há muito sem nenhuma previsão”, disse. Segundo ele, o movimento será mais uma bandeira da empresa que mostra a importância do envolvimento da imprensa na comunidade onde atua.
O diretor- geral e proprietário da rádio Regional FM, comunicador Luiz Carlos Goedert, afirma que é inaceitável que há cinco anos seja cobrado pedágio no trecho de uma obra inacabada. “A lei é para todos. A concessionária deveria ter entregado o projeto em 2012, caso contrário seria desclassificada. Não aceitamos a demora, nem a cobrança de taxas aos motoristas”, declarou.
