Às vezes me pego golpeada por um amor tão grande, tão virtuoso, que eu nem julgava existir… amor de mãe por filha… de mulher “amadora” na arte de criar… por uma filha “expert” na arte de recompensar… E fica inevitável não pensar na perfeição desta equação… Como amor gesta amar, em tudo o mais que pudermos plantar: vamos colher o que cismamos semear.
Pra um amor gigante,
ame sem condicionante,
ouse fazer-se feliz.
Pra felicidade brotar num triz,
troque os lamentos
por bons pensamentos:
adube as melhores lembranças
e na mesma medida a esperança
em dias que parecem perfeitos,
como se fossem feitos
à mão, pelos amigos.
Pra ter alguém sempre consigo,
seja aquele que se importa,
se precisar se transporta
pra arrancar as ervas daninhas.
A parceria não cresce sozinha,
é fruto da fidelidade, é preciso falar verdades,
pros outros e pra si.
Sim!!!
Quer respeito?
Comece respeitando seus limites e potenciais.
Não se exija demais.
Mas também não se acomode.
Talento escondido implode…
Cultivado, realiza.
Por isso, descubra o que move e motiva.
Não paute sua vida
no padrão dos outros.
Sinta-se entre os poucos
que emergem conscientes,
enraizados no presente.
Quer ser forte?
Tenha foco.
Quer ser visto?
Antes olhe ao redor,
comprometa-se em tornar o mundo melhor.
Quer sucesso?
Então se transforme em quem precisa ser
pra merecer.
Mude se for preciso.
Pensamentos, sentimentos e atitudes.
Pratique a “melhora”, amiúde.
O que desejar, comece agora a regar.
E tudo o que plantar há de prosperar.
Como amor de mãe, que nunca encontra o limite,
assim matura a natureza. Tarda mas não se omite!
Toda reação é um fruto-resposta à nossa ação.
Nas fotos, a certeza de que nenhuma semente brotaria mais virtuosa e vigorosa em minha vida do que o amor de mãe, herdado por mim, multiplicado pela Lara…
E as surpresas preparadas por ela: no cartaz, no espelho e no Instagram durante o almoço de #DiaDasMães.

