Dezessete anos se passaram e o FAM – Florianópolis Audiovisual do Mercosul Dezessete anos se passaram e o FAM – Florianópolis Audiovisual do Mercosul consolidou-se como uma das principais mostras de cinema e vídeo do sul do país. Mas sua importância se deve, também, como lugar de discussão sobre as políticas públicas, debates sobre cultura e estética na produção audiovisual, trocas de experiências entre autoridades ligadas ao setor e realizadores, integração e intercâmbio de ideias e projetos através do Fórum Audiovisual Mercosul. Além disso, o FAM tem uma importância bastante significativa na consolidação das políticas de fomento público em Santa Catarina. Pois, ao exibir como destaques filmes premiados nos Editais de Cinema estadual e municipal do Estado, o Festival põe lenha na fogueira do audiovisual catarinense. O organizador do FAM, Celso dos Santos, tem consciência da importância de destacar as produções realizadas através desta política para a continuidade desta relação entre as diversas etapas da realização audiovisual. Por isso e também pela qualidade do filme, nada mais justo do que temos na abertura do FAM o longa catarinense “Rendas no Ar”, de Sandra Alves. Outros destaques deste ano são os filmes da Venezuela, cuja produção cinematográfica é pouco conhecida entre nós e é também uma forma de dar as boas vindas deste país ao setor audiovisual do Mercosul. Com o “boom” da produção de documentários no Brasil, a mostra competitiva de documentários traz uma diversidade de excelentes obras. Destaque para “Dossiê Jango”, vencedor do Melhor Filme eleito pelo Júri Popular no último Festival do Rio de Janeiro. As competitivas catarinenses não ficam para trás, pois em qualidade e conteúdo estão num nível muito bom. Neste ano, tem também a Mostra inaugural do FESTin Ilha, composta por filmes do Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa, realizado em Lisboa e está em sua quarta edição, com filmes lusófonos realizados em Portugal ou em antigas colônias portuguesas. O destaque desta Mostra é o “Bebé”, do realizador iraniano radicado em Portugal Reza Hajipour, curta preferido pelo público de Lisboa. O curta português “Solitária”, de José Mendes e o média-metragem catarinense “O Tesouro do Morro da Igreja”, de Alexandre Corrêa, são também filmes imperdíveis. Por tudo isso, o FAM é considerado como um dos acontecimentos audiovisuais mais importantes do MERCOSUL.
http://canalbrasil.globo.com/programas/cinejornal/videos/2617512.html
Claquete
O Tesouro catarinense. O média-metragem catarinense “ O Tesouro do Morro da Igreja”, de Alexandre Corrêa venceu o festival Curta Amazônia, em sua categoria. O filme papou quase todos os prêmios na categoria de média –metragem: melhor filme, melhor ator para Gringostar, melhor fotografia para Felipe Aquilar, melhor trilha musical para André Beck Rodrigues e melhor montagem para o também diretor Alexandre Corrêa. “O Tesouro do Morro da Igreja”, de Alexandre Corrêa (2012), drama de ficção que se passa na região serrana catarinense, em meados do século XIX, sobre o encontro do naturalista alemão Rudolf Fisher com uma família de imigrantes portugueses, e o mistério de uma lenda sobre um tesouro amaldiçoado que teria sido escondido na região. “O Tesouro” será exibido neste sábado (15/06), no FAM na Mostra Inaugural do FESTin Ilha. Nossos cumprimentos a toda equipe e elenco do filme!!!!
Cine Ieda Beck, o justo retorno. Está de volta o Cine Ieda Beck, todas as quartas feiras, no Instituto Arco Iris, localizado na Travessa Raticliff, às 20 horas sessões de filmes exclusivamente Catarinenses.
Uma janela aberta para a exibição e a circulação da produção catarinense, o Cine Ieda Beck, tem como aobjetivo a circulação e o intecâmbio das obras realizadas no Estado. O cine clube homenageia a querida e saudosa Produtora Ieda Beck.
http://www.cinematecacatarinense.org/
A Antropóloga na telinha. Depois de ser exibido pela TVUFSC com sucesso, o longa catarinense “A Antropóloga” será exibido pelo Canal Brasil (66), dentro do programa Seleção Brasileira nos seguintes dias e horários: dia 18/06 (terça-feira) às 22 hs; dia 21/06 (sexta-feira) às 19 hs; e na madrugada do dia 23/06 (sábado para domingo) às 00:15 hs.
Quero luz. O documentário “Quero Luz”, de Fernando Crocomo, exibido pela TV UFSC, conta a história da TV Cultura local desde os tempos da TV Caracol até os dias de hoje, com a parceria da TV Brasil. Com excelente pesquisa, Crocomo trata um tema institucional sem as pieguices de uma abordagem chapa branca que o tema sugere. Não percam as reprises dentro da programação da TV UFSC.
