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Coloque a inovação no dia a dia dos negócios mudando o modelo mental, exercitando o desapego e a co-criação
07 de Maio de 2013

Coloque a inovação no dia a dia dos negócios mudando o modelo mental, exercitando o desapego e a co-criação

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Por Fernanda Bornhausen 07 de Maio de 2013 | Atualizado 03 de Dezembro de 2021

Muito se fala sobre inovação tecnológica, que continua inacessível para a maioria dos negócios, mas poucos abordam as soluções de como inovar de outras formas, principalmente através do marketing e de modelos de negócios – modalidades hoje acessíveis a todos.

É sobre esse tema que conversaremos hoje: as modalidades de inovação ainda pouco difundidas, e o que é necessário mudar a fim de adquirir uma mentalidade inovadora e inserir inovação em seu DNA, no do seu negócio ou na sua profissão/carreira.

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Estou convencida de que para fazer com que a inovação se torne parte do nosso dia a dia, há a necessidade de uma mudança de modelo mental.

E por quê? Em poucas palavras, pois a complexidade e a velocidade dos problemas e oportunidades não são suportadas pelo pensamento analítico como era no Século XX e anteriores.

Como através de minha prática constatei que isso é possível, viável e imprescindível para o sucesso nos negócios, resolvi compartilhar um pouco da minha experiência e vivência com vocês.

Para que o que eu escrevo fique claro, acho importante falar um pouco sobre modelo mental (mindset) e sobre essas outras modalidades de inovação.

Mindset ou modelo mental refere-se a padrões mentais interiores a partir dos quais os indivíduos vêem o tema e sua importância. Essa mentalidade se desenvolve de duas maneiras – horizontal e verticalmente. Aqui vamos falar do desenvolvimento vertical, que está associado a capacidade de mudança de um indivíduo para uma mentalidade mais complexa, ampla e expansiva – refere-se a forma como o indivíduo aprende a enxergar com novos olhos, muda a sua interpretação do que é vivenciado e transforma sua visão da realidade.

Para inovar é preciso ter uma mentalidade avançada, que advém de um processo de evolução em fases, por meio do qual o modelo mental de uma pessoa se expande, seja através da evolução de pontos de vista mais limitados ou para pontos de vista mais expansivos.

Mas afinal, como e quando percebi que isso é verdadeiro?

Ao participar de um workshop de dois dias sobre Design Thinking no final de 2011. Aprendendo e vivenciando a metodologia do Design Thinking, amplamente praticada na @dSchool da renomada universidade de Stanford e que vem ganhando o mundo dos negócios, abri meus horizontes e comecei a pensar e a agir como um designer pensaria quando me deparo com um desafio, um problema ou até mesmo situações complexas de meu cotidiano.

Gosto de uma afirmação do Roberto Shinyashiki sobre o tema e compartilho com vocês para reflexão:

“Vencer não é competir com o outro. É derrotar seus inimigos interiores. Desafie o “mindset “predominante do seu negócio e você vai ser surpreendido com os resultados positivos! Ao refletir sobre esse tema, eu chego a estar convicto de que o grande problema de muitos negócios atualmente não está na concorrência acirrada e muitas vezes desleal, na falta de capital ou investimento, nas estratégias adotadas, na gestão dos recursos disponíveis, na forma que as ações são executadas ou até mesmo sobre como uma equipe é gerida, hoje o grande problema das empresas é desafiar o “mindset“ predominante, principalmente quando faz parte de um quadro patológico, o que em última instância dirige pessoas, mentes e corações.”

E agora vou falar um pouco sobre as formas de inovação. Dentre as várias possibilidades de inovar, aquelas que se referem a inovações de produto ou de processo são conhecidas como inovações tecnológicas. Outros tipos de inovações podem se relacionar a novos mercados, novos modelos de negócio, novos processos e métodos organizacionais.

Pratico e gosto muito da inovação através de modelos de negócios, aquela que considera mudanças no modelo de negócio. Ou seja, na forma como o produto ou serviço é oferecido ao mercado. Essa inovação não implica necessariamente em mudanças no produto ou mesmo no processo de produção, mas na forma como que ele é levado ao mercado. E considero essa modalidade de inovação essencial para aqueles que trabalham com marketing, como a grande maioria dos leitores aqui do Acontecendo Aqui.

Entendo também que para colocar em prática a inovação através de modelos de

negócios é preciso muito mais do que conhecer e estudar metodologias e técnicas que estão na moda no mundo dos negócios, como o BMGen Canvas, Desenvolvimento do Cliente (Customer Development) e o Design Thinking; é preciso vivenciá-las e aplicá-las repetidas vezes, diria até, que diariamente.

E como fazer isso?

Através da participação em workshops de inovação através de modelos de negócios, da prática das metodologias no dia a dia de seu negócio – sempre de maneira colaborativa – com o exercício da co-criação e do desapego.

Muito se fala sobre inovar ou morrer, e eu realmente acredito nisso. Mas a boa notícia  é que a inovação está ao alcance de todos.

Se quiser saber mais sobre o tema, convido para conhecer os Whitepapers que disponibilizamos gratuitamente no site da Clear Educação e Inovação.

Se quiser participar de um workshop de inovação através de modelos de

Negócios, conheça mais aqui.

Espero que tenha gostado e que esse artigo possa ser útil para você. Todo feedback é muito bem vindo!

Vocês me encontram no  email [email protected] e no Twitter @fernandabornsa .

Obrigada pela leitura e até a próxima!

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