1. Tinha acabado se ser nomeado diretor de marketing, e queria causar boa impressão na agência cujo representante acabara de chegar. Chamou a secretária e determinou:
“Quero o talent manager neste meeting.”
Viu que a secretária não entendeu, explicou:
“O cara do RH.”
“Preciso de testemunha do meu desempenho”, pensou.
O representante da Agência ( que ele cumprimentou com um sonoro good morning) e o cara do RH presentes, disparou:
“Como está o nosso turnover?
E antes que o cara do RH respondesse, disparou:
“Quero saber qual é o reason why. E conhecer o nosso assessment.”
Viu que o cara do RH não estava entendendo nada – e era isso que queria: deixar as pessoas impressionadas com seus conhecimentos. Para isso, passou a noite decorando um monte de expressões. Então, continuou, voltando-se para os dois, ainda estupefatos:
“Temos de saber quais foram os learning; ver se o pessoal terminou os to-dos; checar os suply chain; resolver os pains do consumidor; ver se estamos aproveitando direito os user generated content;criar um popeline para novas contratações;nomear um, bis deve; realizar um benchmark para saber se devemos atuar em botton-up ou top-down. É importante que tenhamos advocates e para isso checar nosso CRM. Vamos precisar engajar sporors e criar advocates entre os afegões médios É preciso criar algo disruptivo.killer. Viralizar e trackear.”
Fez uma pausa, tomou um gole dágua, foi em frente:
“Entenderam o brief? Vamos empoderar os clientes e o público interno.Experiêncies. Fupem. Temos de performar muito. E fazer o exit dos nossos acionistas.”
E encerrou a reunião
Já fora da sala, o representante da agência arriscou:
“Ele é assim mesmo?”
A resposta:
“Não era, mas a promoção subiu na cabeça dele. (baseado em reportagem da Folha de S. Paulo)
2. Quantas pessoas você conhece que falam, mas não sabem o que estão dizendo?
