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Startup brasileira Rhyno estreia com proposta de monetização sem algoritmos
14 de Abril de 2026

Startup brasileira Rhyno estreia com proposta de monetização sem algoritmos

Plataforma promete ampliar receita de criadores

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A The Cool Rhyno, startup brasileira que acaba de anunciar seu lançamento oficial após movimentar mais de R$ 400 mil em 20 mil transações durante os dois meses da fase beta (MVP – Minimum Viable Product) e que já conta com mais de 200 criadores ativos.

A proposta da Rhyno é simples: permitir que os criadores monetizem sua audiência sem depender de algoritmos ou publicidade instável, reunindo apoios, mensagens, produtos e engajamento em um único ambiente. A plataforma oferece a menor taxa do mercado – apenas 2% sobre donates (compras de mensagens durante as lives) -, além da possibilidade de criação de loja de produtos físicos sob demanda em menos de cinco minutos e ferramentas que ampliam o engajamento e a monetização durante as transmissões.

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“Criadores constroem comunidades, mas não controlam sua própria receita. Dependem de algoritmos para alcance e de publicidade instável para monetizar. A Rhyno nasce para mudar esse modelo, permitindo monetização direta e sem burocracia”, afirma Larissa Much, CMO e cofundadora da The Cool Rhyno.

Criada a partir da vivência dos fundadores

A Rhyno nasceu da experiência direta de seus fundadores, empreendedores e especialistas em estruturação de startups que migraram para o universo da criação de conteúdo e se depararam com uma dificuldade clara: monetizar é mais difícil do que criar.

“A Rhyno é uma ferramenta criada por quem já esteve do outro lado. Entendemos a dinâmica da live, a pressão do algoritmo e a relação real com a comunidade. Por isso, dizemos que é uma plataforma da comunidade para a comunidade, construída ouvindo criadores e evoluindo junto com eles”, complementa Larissa.

A proposta da empresa é ser infraestrutura para o criador, e não mais uma plataforma dependente de alcance orgânico. A monetização passa a acontecer de forma direta, com controle financeiro e previsibilidade. 

Benefícios claros para quem cria

A Rhyno foi estruturada para simplificar o processo de monetização, oferecendo:

·       Configuração em minutos: fluxo simples para começar a receber donates e ganhar dinheiro no mesmo dia.

·       Loja integrada sob demanda: criação de produtos físicos customizados em minutos, sem estoque ou logística – a plataforma produz e entrega, enquanto o criador recebe sua margem.

·       Sem mudança na live ou conteúdo: integração com Twitch, Kick, YouTube e Streamlabs em um único painel.

·       Comunidade mais próxima: perfil customizável e base própria de seguidores, o que reduz dependência de algoritmos.

·       Dinheiro sem barreiras: 2% de taxa sobre donates e saque gratuito.

·       Engajamento que gera mais receita: dinâmicas como Musicthon, metas em cadeia e alertas personalizados que incentivam a participação ativa da comunidade.

Caso real: aumento de 5x na receita por live

Nos dois meses de fase beta, o streamer Stoompay, por exemplo, aumentou em cinco vezes sua receita por live ao ativar a dinâmica do Musicthon, ferramenta que permite que a comunidade dispute músicas durante a transmissão por meio de donates.

“A monetização desse criador passou de cerca de R$ 50 para R$ 500 por live apenas ao adicionar uma ferramenta que torna a experiência mais interativa e divertida para o público. Quando a comunidade participa mais, a receita cresce como consequência”, explica a executiva.

Segundo dados internos da empresa, criadores que utilizam dinâmicas gamificadas registraram aumentos de até 500% em transmissões específicas.

Mais que streamers: creator economy como foco

Embora o ICP (perfil ideal de cliente) inicial da Rhyno seja formado por streamers (especialmente pela integração com ferramentas de live), a plataforma também atende outros perfis de criadores que desejam vender produtos físicos personalizados ou receber apoio direto da comunidade sem depender exclusivamente de publicidade.

Em um cenário, como o do Brasil, em que apenas uma parcela dos criadores consegue monetizar de forma consistente, a startup aposta em um modelo mais sustentável, baseado na relação direta entre criador e audiência.

“Nosso objetivo é simples: permitir que o criador viva da sua comunidade, e não apenas de marcas ou do algoritmo. Quando você coloca o criador e a comunidade no centro, a receita vira consequência”, finaliza Larissa.

 

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