Publicidade
LIDE Brazil Conference em Londres com pesos pesados da Economia
21 de Abril de 2023

LIDE Brazil Conference em Londres com pesos pesados da Economia

Banco Central tem ‘timing’ diferente da política. Sua visão é técnica (Presidente do Banco Central)

 

O LIDE realiza durante dois dias em Londres o LIDE Brazil Conference, que reúne economistas brasileiros de renome e políticos com larga carreira no cenário político nacional. Hoje, 21 de abril, segundo dia da Conferência, foi destaque a apresentação do panorama sobre o desenvolvimento socio-econômico brasileiro.

Publicidade

 

Participantes
Entre os expositores estavam: Rodrigo Pacheco, presidente do Senado; Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central; Davi Alcolumbre, Senador pelo Amapá e presidente do Congresso Nacional (2019 – 2021); Ana Paula Vitelli, presidente da Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil – BRITCHAM; Kátia Abreu, ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (2015 – 2016); e Fred Arruda, embaixador do Brasil em Londres. Michael Stott, editor para a América Latina do Financial Times, é o moderador do evento

 

O presidente do LIDE Santa Catarina, Delton Batista está acompanhando presencialmente o evento. “A série de conferências internacionais do LIDE este ano, Lisboa e Londres já realizadas, e a seguir Nova York e Milão, são oportunidades de abertura de portas para a maior presença das empresas, marcas e lideranças catarinenses em novos mercados e para atração de investidores para o estado.”

Na foto: Luiz Fernando Furlan- chairman na LIDE, Delton Batista, presidente do LDIE SC e Rodrigo Pacheco, presidente do Senado Federal

 

 

Banco Central tem ‘timing’ diferente da política, diz Campos Neto
O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, em resposta a um comentário de um empresário presente no evento que mandou essa ao ministro: “o elevado patamar da taxa de juros atrapalha o Brasil a crescer”, disse que a economia não gira em torno da Selic. Só 20% do crédito é ligado à Selic; o restante é relacionado a taxas longas. “Obviamente, o Banco Central quer redução nos juros”, disse Campos |Neto.
O ministro fez questão de enfatizar que o Banco Central identifica que a inflação brasileira hoje “tem mais componente de demanda do que de oferta” ao justificar o patamar das atuais taxas de juros.


Assista a seguir ao vídeo com a apresentação de Campos Neto

 

 

(Fotos: Felipe Ferugon / LIDE)

Matéria na íntegra aqui

WhatsApp
Junte-se a nós no WhatsApp para ficar por dentro das últimas novidades! Entre no grupo

Ao entrar neste grupo do WhatsApp, você concorda com os termos e política de privacidade aplicáveis.

    Newsletter


    Publicidade