Os anos 40 foram marcados pela Segunda Guerra Mundial e por filmes de um gênero bem controverso no mercado cinematográfico: os musicais. A quem ame e quem odeie. Eu assisto, mas confesso que não é meu gênero favorito de filmes. Talvez tenha sido uma tentativa de abrandar o sentimento de terror da época, buscando alegria. O que não podemos esquecer é que na década surgiram grandes produções, alguns dos melhores filmes da história, verdadeiras obras-primas de Alfred Hitchcock, animações da Walt Disney, como Bambi, Dumbo e Pinóquio e faroestes com mega produções.
Confira meus cinco filmes favoritos da década de 40:
Casablanca: Durante a Segunda Guerra Mundial, muitos fugitivos tentavam escapar dos nazistas por uma rota que passava pela cidade de Casablanca. O exilado americano Rick Blaine (Humphrey Bogart) encontrou refúgio na cidade, dirigindo uma das principais casas noturnas da região. Clandestinamente, tentando despistar o Capitão Renault (Claude Rains), ele ajuda refugiados, possibilitando que eles fujam para os Estados Unidos. Quando um casal pede sua ajuda para deixar o país, ele reencontra uma grande paixão do passado, a bela Ilsa (Ingrid Bergman). Este amor vai encontrar uma nova vida e eles vão lutar para fugir juntos. Ano 1942.
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Cidadão Kane: Apontado frequentemente como um dos melhores filmes já produzidos, a obra-prima de Orson Welles conta a história do magnata da imprensa Charles Foster Kane (Orson Welles) em uma sequência de flashbacks. Um jornalista fica intrigado pela última palavra de Kane – rosebud – e tenta descobrir o seu significado entrevistando pessoas do passado do magnata. Ano 1941.
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A Felicidade Não Se Compra: Em Bedford Falls, no Natal, George Bailey (James Stewart), que sempre ajudou a todos, pensa em se suicidar saltando de uma ponte, em razão das maquinações de Henry Potter (Lionel Barrymore), o homem mais rico da região. Mas tantas pessoas oram por ele que Clarence (Henry Travers), um anjo que espera há 220 anos para ganhar asas é mandado à Terra para tentar fazer George mudar de idéia, demonstrando sua importância através de flashbacks. Ano 1946.
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Pinóquio: Geppetto (Christian Rub) é um carpinteiro solitário que, um dia, resolve fazer um boneco de madeira para lhe fazer companhia. Durante a noite, a Fada Azul (Evelyn Venable) dá vida ao boneco, que passa a se chamar Pinóquio (Dickie Jones). Ansioso para se tornar um menino de verdade, Pinóquio se mete em várias confusões, apesar dos constantes avisos de seu amigo Grilo Falante (Cliff Edwards). O boneco tem uma particularidade: sempre que mente seu nariz cresce. Até o dia em que precisa resgatar seu criador, quando ele fica preso na barriga de uma baleia. Ano 1940.
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Festim Diabólico: Philip Morgan (Farley Granger) e Brandon Shaw (John Dall) estrangulam um amigo em comum, David Kentley (Dick Hogan), até a morte com um pedaço de corda, puramente como exercício de inspiração filosófica e para provar que conseguem realizar o crime perfeito. Os jovens recebem amigos e família em seu apartamento, incluindo a noiva da vítima e o professor universitário, cujas palestras inadvertidamente inspiraram o assassinato, e servem a comida em cima do baú em que está escondido o corpo de David. Ano 1948.
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Outros filmes de destaque da década: O Grande Ditador (1940), Como Era Verde o Meu Vale (1941), Rosa da Esperança (1942), O Bom Pastor (1944), Os Melhores Anos de Nossa Vida (1946), A Grande Ilusão(1949), A Luz é Para Todos (1948).
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Confira no link os TOP 5 da década de 30.
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DROPS:
Coprodução México/Paraguai, Boreal, e o curta brasileiro Poder falar: uma autoficção vencem o FAM 2022.
A cerimônia de premiação realizada na última quarta-feira (28/09/22) encerrou sete dias de exibições de 75 filmes, de 12 países e 95 atividades, entre elas o Encontro de Coprodução do Mercosul ECM+LAB.
Confira a lista completa de premiados do FAM 2022:
MOSTRA LONGAS FICÇÃO E DOCUMENTÁRIO
Melhor Filme | Júri Popular: Quando falta o ar, de Ana Petta e Helena Petta (Brasil,
Melhor Filme | Júri Oficial: Boreal, de Federico Adorno (Paraguai/México)
MOSTRA CURTAS
Melhor Filme | Júri Popular: Dois Riachões: Cacau e Liberdade, de Fellipe Abreu, Patrícia Moll (Brasil, SP).
Melhor Filme | Júri Oficial: Poder Falar: Uma Autoficção, de Evandro Manchini (Brasil, RJ)
Prêmio Especial | Júri Oficial: Keradó, de Andrés Castillo e Diego Castillo (Colômbia)
MOSTRA CURTAS CATARINENSE
Melhor Filme | Júri Popular: Artistas Invisíveis, de Nadjara Cardoso (Brasil, Itajaí/SC)
Melhor Filme | Júri Oficial: Sonido, de Gabriely Kaiser (Brasil, Itajaí/SC).
Melhor Filme | Prêmio Especial Imprensa Catarinense: Artistas Invisíveis, de Nadjara Cardoso (Brasil, Itajaí/SC)
MOSTRA ESPECIAL LEI ALDIR BLANC
Melhor Filme | Júri Popular: A Orquestra das Diretas, de Caue Nunes (Brasil, SP)
Melhor Filme | Júri Oficial: Antes de Falar de Amor, de Sarah Tavares (Brasil, MG).
MOSTRA INFANTOJUVENIL
Melhor Filme | Júri Popular: Anônima, de Santiago José Asef e alunos do CEIT Leonel de Moura Brizola (Brasil, Bombinhas/SC)
Melhor Filme | Júri Oficial: Meu nome é Maalum, de Luísa Copetti (Brasil, RJ)
MOSTRA VIDEOCLIPES
Júri Popular: Chorar, de Juliana Segóvia (Brasil, MT)
Júri Oficial: Pensando em Mim, de Raymundo Calumby (Brasil, SE).
MOSTRA RALLY UNIVERSITÁRIO
Tormenta, Equipe 1 (Brasil, Florianópolis)
MOSTRA WIP (Work in Progress)
Júri Popular e Oficial: Os Sapos, de Clara Linhart (Brasil, RJ).
ECM+LAB
Prêmio Consultoria Projeto Paradiso: Ninho Tinto, de Valéria Hidalgo Mirá Vos Audiovisual | Brasil
Sanfic Indústria: Fim de Ano, de Vânia Alves Lima | Têm Dendê Produções | Brasil
ODS Lab: Mar das Árvores, de Aletéia Selonk | Brasil
Bolivia Lab: Pájaro Sagrado, de Walter Alvarez | Alva Films Spa | Chile
Sapcine: Luciano, de Juan Diego Kantor | Reina de Pike Srl. | Argentina
Beyond Patagônia, de Manuel Fernandéz Arroyo | El Rompehielos | Argentina
Independent Distribution Agency – IDA – Consultoria: Las Tormentas Tropicales, de Florencia Antúnez | Doménica Films | Argentina
