
A proposta do Doses de Alegria, coordenado pela psicopedagoga Nadia Ruy, é visitar hospitais e clínicas geriátricas para divertir os pacientes internados e levar a eles mensagens de otimismo e alegria.
“Nas visitas, usamos a linguagem de doutores palhaços”. A intenção agora é permitir que idosos recebam carinho de pessoas de qualquer ponto do país, mesmo desconhecidas. Pelo site será possível enviar mensagens positivas para os velhinhos. A ideia partiu de uma voluntária do projeto, Fátima Rodrigues, que vai integrar a equipe de três pessoas que vão receber os textos e organizar a impressão de cartas com as mensagens para serem lidas pelos doutores palhaços.
A apresentação na Serte faz parte das ações de aperfeiçoamento do Doses de Alegria planejadas pelo Social Good Lab. Para essa primeira experiência piloto, as cartas foram escritas pelos próprios palhaços e lidas para os idosos. “A ideia é que nas próximas semanas a gente possa abrir a participação para pessoas de todo o Brasil”, diz Nadia.
Ana Dantas, outra participante do Lab, recebe apoio dos mentores e especialistas para aperfeiçoar o “Cor Ação”. O projeto é um aperfeiçoamento do “Hemo Ação”, premiado em 2012 no Festival de Ideias no Seminário Social Good Brasil. “Nossa proposta é usar a tecnologia e suas ferramentas para estimular a doação de sangue, fidelizar doadores e acelerar o processo de chamada de emergência”, diz.
Em um primeiro momento, o “Cor Ação” deve ser uma ferramenta tecnológica adotada por empresas que pretendam estimular que os funcionários se tornem doadores. Atualmente Ana e sua parceira na empreitada, a estudante Sophia Rischbieter estão na fase de desenvolvimento do Mínimo Produto Viável (MVP) do projeto. Ou seja: elas testam e aperfeiçoam uma proposta a partir de um piloto até alcançar um produto que seja viável para oferecer a empresas.
