
Como manter a programação interessante?
A equipe que faz a transmissão do jogo (narradores, comentaristas e repórteres) precisa ser muito hábil para conseguir trazer discussões relevantes para os telespectadores nos minutos de paralização. Entretanto, haja papo e repertório para conseguir a façanha de não cansar o telespectador. Com a demora para a volta do jogo, que geralmente já começa bem tarde em dias de semana, muitos telespectadores mudam o canal ou simplesmente desligam a televisão para descansar.
O que acontece com a grade de programação?
Todos sabem que a televisão precisa ter uma grade de programação coesa e que a falta de coordenação ou preparação Ideal pode gerar uma série de problemas. Em casos como esse, onde há um imprevisível adiantamento do horário, já que o jogo acabou mais cedo, o jornal que é transmitido ao vivo (no caso da Globo) precisa estar pronto antes do horário tradicional. É preciso ter preparo e experiência para não se enrolar.
Minutos a menos para a marca dos anunciantes
Em uma final de campeonato como essa, as marcas investem uma bagatela para terem seus nomes e logos expostos e visíveis para a televisão durante o “espetáculo”. Em tese, o anunciante paga por todo o jogo, mas tem chance de aparecer apenas em metade dele. Definitivamente não é uma coisa agradável. Basta lembrar das marcas que apostaram no Superclássico das Américas, jogo de futebol entre Brasil e Argentina que estava marcado para na Argentina, mas que foi cancelado, com os jogadores em campo, por conta da queda na energia elétrica do Estádio Centenário, na cidade de Resistência (ARG). Para se ter uma ideia de como uma falha deste nível na organização de um evento pode prejudicar uma campanha, a Loducca havia informado uma ação que faria durante o jogo. A agência criou uma placa de LED para promover o Festival da Jardinagem da Leroy Merlin, mas sem jogo ficou de mãos atadas.
Fonte: Adnews
