
A implantação do 4G no país segue um cronograma estabelecido pela Anatel. As seis cidades-sede da Copa das Confederações (Brasília, Recife, Salvador, Rio de Janeiro, Fortaleza e Belo Horizonte) passaram a contar com a tecnologia em abril deste ano. Até o fim de 2013, as seis capitais que vão sediar a Copa do Mundo de 2014 (São Paulo, Porto Alegre, Cuiabá, Curitiba, Manaus e Natal) também já contarão com o serviço.
Depois, o calendário prevê atendimento das capitais com mais de 500 mil habitantes (até 31/12/2014); das cidades com mais de 200 mil habitantes (até 31/12/2015); dos municípios com mais de 100 mil moradores (até 31/12/2016) e termina em dezembro de 2017, com atendimento de todas as cidades com mais de 30 mil habitantes.
Expansão – De acordo com dados da consultoria Teleco, o índice da população brasileira coberta pelo 4G já ultrapassa os 20%. E apesar de o cronograma da Anatel definir o atendimento, em 2013, apenas das sedes e sub-sedes de jogos da Copa do Mundo, segundo informações da Teleco, 57 municípios em todas as regiões do Brasil já possuem cobertura de quarta geração.
Novos competidores – O edital de licitação das frequências usadas pelo 4G no Brasil atraiu novas empresas para o mercado nacional de telecom. Uma delas, a On Telecom, está ofertando 4G residencial portátil na região de Campinas (São Paulo). No lançamento comercial da empresa, no mês passado, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou que “inovação e competição são sempre bem vindos ao mercado brasileiro”.
Vantagens – A grande vantagem do 4G é a velocidade. A título de comparação, é como se na tecnologia 3G houvesse uma pista estreita por onde passam os dados. No 4G, essa pista é bem mais larga e o volume de dados que pode trafegar é muito maior. Um vídeo que em uma rede 3G levaria um minuto, em média, para ser baixado, na rede 4G pode ser assistido em apenas quatro segundos.
* Com informações da Propaganda RS.
