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Meus dados estão seguros na internet?
07 de Maio de 2019

Meus dados estão seguros na internet?

 

Fazer compras na internet é um costume que o brasileiro e o resto dos usuários do mundo abraçaram há muito tempo. Afinal, é tentador demais trocar as filas de lojas de eletrônico, de roupa e livrarias pelo comodismo de conseguir as mesmas coisas com alguns cliques e toques de teclado.

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Em tempos mais recentes, até mesmo bens de consumo imediato se tornaram compras comuns feitas via internet, através, principalmente, dos grandes aplicativos de entrega, cada dia mais populares e atingindo lugares cada vez mais distantes.

Com tantos serviços disponíveis para serem adquiridos sem o consumidor sequer sair de casa ou do escritório, manter cadastros prontos de cartões em vários sites e apps, assim como sair colocando e-mails e senhas ´a torto e a direito´ é praticamente a regra. É aí que é necessário começar a ter cuidado.  

 

Todos os dados que circulam por grandes sites são encriptados, o que os torna praticamente inacessíveis para quem não seja o destinatário correto. Ainda assim, tempos de espionagem, o mau uso de dados e vazamentos de todo tipo se tornaram tão comuns que velhos medos sobre utilizar cartões, digitar senhas e coisas do tipo voltaram a preocupar os usuários; e com razão.

No meio dessas incertezas, é apenas natural que nos perguntemos: o que devo fazer para garantir a segurança dos meus dados e finanças na internet? 

 

Não brinque com sua segurança

Podemos até não perceber, mas usamos nossos dados o tempo todo na internet – e não estamos falando apenas de número do CPF, números do cartão de crédito e coisas do tipo. Claro, todos fazemos eventuais compras online, transferimos dinheiro e pagamos contas pelo internet banking, e até nos valemos de empréstimos de vez em quando. Mas não é só aí que reside o potencial perigo.

Pense agora em quantas senhas diferentes você usa nas suas redes sociais, internet banking e até no login do computador. Pode ser que todas sejam a mesma, não é verdade? 

Eis o primeiro erro, e algo que facilita a vida de crackers (o termo correto para “hacker”) – se algum deles descobrir uma senha sua, pode ter descoberto várias ou todas. Mesma coisa para se usar senhas fracas e fáceis de adivinhar, como “123456”, MeuNome123” e, a campeã de pior senha do mundo, “senha” e suas variantes.

Isso é apenas o começo, porém. Quem quer se proteger e aos seus dados precisa, antes de mais nada, de um antivírus, por exemplo. 

Outro método de extração de dados envolve localização e IP dos usuários – algo que até sites que não são maliciosos procuram fazer, mas que ainda pode se tornar um problema.

A solução para isso pode ser contar com uma VPN, uma ferramenta de manuseio simples que aumenta consideravelmente não apenas a segurança, mas também a privacidade da sua navegação – e de brinde permite acessar vídeos e sites restritos a países estrangeiros.

Com uma VPN você estará mais seguro e não irá ceder informações sensíveis a cada parada que der na internet. 

 

A lei que promete virar o jogo: LGPD
Aprovada em 2018, a chamada Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) está prevista para entrar em vigor em 2020 e trará consigo uma série de mudanças consideráveis na forma como empresas lidam com os dados dos usuários.
Coisas inofensivas, mas irritantes, como spam e ligações de telemarketing tenderão a diminuir por conta de maior respeito à privacidade dos usuários e proibição de distribuição e uso disseminado dos dados compartilhados com empresas, além de uma tendência de garantir proteção extra aos dados bancários, cartões e senhas.

Empresas que utilizarem mal as informações, como de e-mail, telefone, CPF e dados bancários, poderão receber multas pesadas, então a tendência é que, por medo das consequências legais cabíveis, apps e sites passem a redobrar a atenção na hora de usar os dados dos usuários – e tomar ainda mais cuidado, é óbvio, para que nada seja vazado com facilidade.

É claro que a lei é apenas uma coisa abstrata e teórica, e não quer dizer que você não precisa mais agir com cautela. Internet não é terra de ninguém, mas tomar cuidado com sites de aparência maliciosa, endereços suspeitos e e-mails de desconhecidos continua sendo o método mais efetivo de garantir um futuro sem problemas.

Uma coisa legal sobre a LGPD é que as empresas irão (ou ao menos devem) limpar seus respectivos bancos de dados de informações dos usuários, então é uma chance para todos nós de revermos onde estamos inserindo nossos números de cartão, de telefone, e-mail e senhas.

 

Cautela e bom-senso em primeiro lugar
Com possibilidades tão amplas de o que acessar e comprar via internet, existe uma tendência natural a relaxar e confiar em praticamente qualquer serviço que pareça minimamente confiável. Nunca se esqueça, porém, que, por mais seguras que sejam as criptografias, vazamentos acontecem e, quanto mais as empresas online souberem sobre você, maiores os riscos envolvidos.

Com o advento de novas leis e os poderes públicos demonstrando cada vez mais claramente que se importam de verdade com a segurança dos usuários, é normal nos sentirmos mais confiantes. 

Porém, é importante que você crie sua proteção, com um antivírus de qualidade, contar com uma VPN confiável e ter muito cuidado com a liberação de dados são auxiliares que podem fazer a diferença entre a segurança e um prejuízo incalculável. 

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