Fintech PayShopX anuncia plataforma de gerenciamento e pagamento por link que substitui maquininha

05 de Dezembro de 2019

Sem mensalidade, a novidade apresenta alta tecnologia, trazendo segurança nas transações

O mercado financeiro está passando por uma profunda transformação digital e um processo de desbancarização intenso. Entre os benefícios das fintechs, está a viabilização do acesso ao capital, a desburocratização de operações e o fornecimento de um serviço de excelência até então deficiente no setor. As formas de pagamento também fazem parte da mudança: QR Code, inteligência artificial e até reconhecimento facial – como já ocorre na China – são algumas das tecnologias que estão mudando a forma de empresas e consumidores realizarem transações financeiras. É neste contexto que se enquadra a PayShopX , plataforma de meios de pagamento com gerenciamento de vendas por link ou QR Code e Plataforma e-Commerce MarketPlace B2B com Split de Pagamentos.

 

Funcionamento da plataforma

Quando uma empresa faz uma compra ou uma venda, ao contrário de realizar o pagamento por maquininhas, depósitos bancários, boletos ou até passar os dados do cartão para o vendedor, o comprador ou contratante recebe um link de pagamento em seu e-mail, Mídias Sociais, SMS e WhatsApp para realizar o pagamento em um checkout seguro com seu carrinho de compras já completo. Esse débito pode ser dividido em quantas vezes o fornecedor puder oferecer e, comporta, infinitas formas de pagamento: múltiplos cartões, parte em boleto, parte no crédito, leitura de QR Code, entre outros. Tudo ocorre em nuvem, sem a necessidade de downloads de aplicativos ou softwares. Vale ressaltar que a PayShopX não cobra mensalidades para vendas com links de pagamento ou QR Code e é remunerada por meio de taxas nas transações.

Além dos meios de pagamento, a PayShopX também disponibiliza um amplo sistema de gerenciamento financeiro, fluxo de caixa, Conciliação, Recorrência, Split de Pagamentos e Anti-Fraude em todas as transações que viabilizam soluções financeiras completas e seguras para o mercado B2B e-Commerce MarketPlace. A respeito do público-alvo, a plataforma foca essencialmente em prestadores de serviços, tais como redes hoteleiras, de universidades, planos de saúdes, instituições médicas, varejistas em geral e-commerces, produtores agrícolas, condomínios, entre outros.

Segundo Jefferson Pastuszak, sócio-fundador da PayShopX, o modelo de pagamentos por link deve substituir as tradicionais maquininhas muito em breve. “O mercado, de maneira geral, procura soluções financeiras mais seguras, menos burocráticas, mais rápidas e com menores custos. As máquinas representaram isso no seu tempo, mas esse período passou, e a transição está ocorrendo velozmente. Os links de pagamento fazem esse papel agora. Não há custo de mensalidade ou manutenção, não há necessidade de downloads de aplicativos pesados e a segurança está cada vez mais aperfeiçoada. Trata-se de uma evolução natural”, explica.

De acordo com os dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), a representatividade do setor de cartões é correspondente a quase um quatro do PIB. Apenas no primeiro trimestre de 2019, foram registrados R$5 bilhões em transações envolvendo cartões de crédito, débito e pré-pago. Trata-se de um aumento de 14,8% em comparação com o mesmo período dde 2018. Além disso, conforme o levantamento do Data Folha, 86% dos usuários já pagam suas compras online com cartões de crédito, o que sinaliza uma tendência forte e contínua de crescimento para o setor.

 

Cultura X tecnologia

Para Jefferson Pastuszak, as barreiras para a entrada de novas tecnologias são mais de ordem cultural. “Por incrível que pareça, ainda existem transações financeiras entre grandes empresas que são resolvidas por telefone, onde, o contratado, pede os dados do cartão de crédito ao contratante, inclusive, os dígitos de segurança. Às vezes, as empresas fazem isso por política interna e, por outras vezes, a questão é o perfil do cliente”, relata.

O executivo, observa, no entanto, que essas operações estão ficando cada vez mais arriscadas e acabam causando prejuízos. “As fragilidades das maquininhas estão cada vez mais evidentes, as histórias de golpes são constantes. Em paralelo a isso, a utilização da internet em todos os setores só cresce. As pessoas pegam Uber, pedem pizza, compram todo o tipo de produtos e contratam todos os tipos serviços pela internet. O que as empresas precisam fazer é oferecer meios de pagamento que atendam à necessidade de conforto e segurança de seus consumidores. É exatamente nesse nicho que atuamos”, conclui.
 

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