Artista que trabalha no Google Arts & Cultura cria inteligência artificial para fazer arte como pintores do século XIX

16 de Abril de 2018

O artista alemão Mario Klingemann, que trabalha no Google Arts & Culture, construiu um gerador fotorrealista de rostos de um pix2pixHD da NVIDIA. De acordo com o B9, a novidade permite utilizar inteligência artificial para criar obras de arte como as produzidas antes ou até o ano de 1900.

Segundo o artista, que utiliza sua conta no Twitter para mostrar os pequenos experimentos com a tecnologia, é muito mais fácil para máquina gerar figuras deste campo que copiar pinturas posteriores a este período ou fotografias, cujo grau de realismo é maior e muito mais complexo. A tecnologia também criou obras divertidas, como ao tentar restaurar o 'Ecce Homo', pintura de Elías Garcia Martínez de 1930. Além de não conseguir restaurar a obra original, criou sua própria versão bizarra.

“Ter um gerador de rostos é como ter um gerador de histórias. Cada rosto ou conjunto de faces vão despertar algumas associações, questionamentos ou até mesmo emoções. E claro que o aspecto que a máquina dá a isso tudo gera uma virada interessante”, disse Martin.

Confira abaixo algumas obras criadas com a IA. Clique nos links para conferir os vídeos.

Another round of fine-tuning, starting from a state where the artifacts had not shown yet. This model uses batch norm in the deep residual layers, instance norm in the surrounding ones and spectral norm in the discriminator. pic.twitter.com/owUU2BjRsC

— Mario Klingemann (@quasimondo) 16 de abril de 2018

So spectral normalization is a mixed bag. Overall it seems to make everything more consistent and there are no blatant artifacts anymore. But it couldn't fully heal the one that had settled in the top-left corner. pic.twitter.com/rj0SMmscZ2

— Mario Klingemann (@quasimondo) 13 de abril de 2018

Fingerplay (Take 1) pic.twitter.com/oyys84Al0e

— Mario Klingemann (@quasimondo) 7 de abril de 2018

The problem with training on painted portraits is that these guys rarely open their mouth. Unlike in real life. pic.twitter.com/fNirDztVnm

— Mario Klingemann (@quasimondo) 3 de abril de 2018