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Segmentação contextual de publicidade aumenta em 32% o interesse do consumidor
09 de Junho de 2022

Segmentação contextual de publicidade aumenta em 32% o interesse do consumidor

Dado é mostrado em pesquisa feita pela Seedtag com a Nielsen

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Quando comparadas às tradicionais campanhas que se baseiam em segmentação demográfica, uma pesquisa feita no Reino Unido mostrou que as campanhas desenvolvidas com segmentação contextual – aquelas que consideram anúncios e conteúdos relevantes com base em palavras-chave, entre outros fatores – aumentam em 32% o interesse do consumidor que visualiza a publicidade na web e em 60% a chance dele clicar no anúncio e visitar o site da marca.

O estudo feito pela Seedtag, adtech focada em publicidade contextual, em parceria com a Nielsen, especialista em medição de audiência, entrevistou 1,8 mil pessoas em três categorias de interesse: Automotivo, Alimentos & Bebidas e Beleza. Os participantes foram divididos em quatro grupos com base em algumas estratégias de segmentação usadas na indústria de publicidade: sem segmentação, com base em interesses, com base em dados demográficos (idade, gênero, classe social, ocupação, grau de instrução, dentre outros) e contextual.

Os participantes da pesquisa mostraram-se 2,5 vezes mais interessados nos anúncios relacionados com as categorias apresentadas (Automotivo, Alimentos & Bebidas e Beleza) do que quando nenhuma segmentação foi empregada, e 32% mais propensos a tomar uma atitude ao visualizar o anúncio do que aqueles que foram expostos com base em seus dados demográficos. Além disso, quando os anúncios contextualmente relevantes foram apresentados, 85% das pessoas se mostraram mais abertas a publicidades futuras do que quando não havia segmentação, e dois em cada cinco falariam sobre o produto para amigos ou familiares.

Para o nicho da categoria de beleza, que tradicionalmente visa o público feminino, os resultados do estudo demonstraram que pelo menos 70% dos homens considerariam a compra de produtos de beleza sustentáveis ​​ou orgânicos/naturais.

Em relação à “empolgação” com as categorias, a pesquisa também provou que os consumidores segmentados contextualmente se sentiram 40% mais “animados” do que aqueles segmentados demograficamente. Já na comparação com aqueles que foram segmentados apenas com base em seus interesses, o grupo se mostrou 28% mais “empolgado”. Em contraste, aqueles que foram direcionados por parâmetros demográficos ou de interesse se sentiram 60% mais irritados, em média.

“À medida que avançamos para um mundo em que os consumidores estão cada vez mais preocupados com a privacidade e com a qualidade dos anúncios veiculados, se torna mais evidente que as estratégias de segmentação tradicionais não são mais eficientes para gerar o engajamento adequad”, afirma o vice-presidente para a América Latina da Seedtag, Daniel Freixo. Segundo o executivo, o estudo prova que os usuários são mais receptivos a anúncios contextuais e mais propensos a realizar uma ação quando anúncios relevantes são veiculados para eles no momento certo, mostrando que a publicidade contextual é mais relevante do que nunca.

 

 

Foto do topo de Netut Subiyanto no Pexels.

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