O que a executiva do Kantar Ibope Media compartilhou no Webinar da ACAERT.

24 de Julho de 2020

Qual o significado da mídia para as pessoas durante a pandemia 

 

Quanto maior é o consumo dos meios, 
mais os consumidores estão propensos 
a prestar atenção à publicidade.

O AcontecendoAqui acompanhou na manhã desta sexta-feira, 24 de julho, a apresentação que Tais Souza, gerente comercial da Kantar Ibope Media fez no WebinAr promovido pela ACAERT. O comportamento das pessoas em relação ao consumo dos meios, produtos e sua relação com as marcas também se transformarem? Quais são as oportunidades e como as marcas devem responder agora? 

“As transformações do comportamento de consumo e o papel das marcas no futuro pós-covid”
No site da ACAERT há um resumo do que a representante da Kantar mostrou. Vamos reproduzir a seguir um trecho da matéria. 
"Desde o início da pandemia, os comportamentos e hábitos de consumo foram profundamente impactados. Atividades outdoor, como frequentar bares, restaurantes, cinemas e shows foram retirados do nosso dia a dia, enquanto novas possibilidades tornaram-se uma opção de, ao menos, mantermos próximos os antigos hábitos. O consumo de bebidas alcoólicas migrou para dentro de casa, assim como cozinhar passou a ser uma atividade mais frequente. Como opção, os pedidos delivery e as compras online ganharam mais força, assim como um interesse ainda maior pelos noticiários da TV e do rádio, além de conteúdos via streaming, como podcasts e músicas. “Esse é um momento de experimentação, quando as pessoas estão experimentando coisas novas”, afirmou. “Cursos on line, receitas, pagamentos on line e contas digitais estão em alta”.

Audiência
Na busca por notícias sobre a pandemia e das orientações das autoridades, a audiência de TV apresentou aumento no tempo médio individual em todas as regiões do Brasil. Nas últimas semanas, observa-se uma estabilização, com patamares menores, mas ainda muito elevados. No rádio, segundo a Kantar Ibope, 81% das pessoas aumentaram seu consumo da mídia. E das pessoas que ficaram em casa, o índice foi de 88%. A pesquisa revela que os entrevistados ouvem rádio para ouvir música (52%), distrair (50%) e para se informar (43%). Taís destacou que o Sul foi a Região que mais cresceu o consumo de rádio durante a pandemia, o que significa 1h30 a mais em abril.  

Para a íntegra da matéria, clique aqui.

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