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Redução de emissões de gases de efeito estufa | ENGIE Brasil Energia divulga Relatório de Sustentabilidade 2023
18 de Abril de 2024

Redução de emissões de gases de efeito estufa | ENGIE Brasil Energia divulga Relatório de Sustentabilidade 2023

Documento traz entre os destaques o alcance de portfólio 100% renovável

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O Relatório de Sustentabilidade 2023 da ENGIE Brasil Energia demonstra a evolução da estratégia corporativa da Companhia e seus desdobramentos com base no propósito do Grupo ENGIE de agir para acelerar a transição energética para uma sociedade neutra em carbono.

Com uma atuação estratégica para o alcance das metas globais de redução de emissões de gases de efeito estufa, e com a conclusão de venda da Usina Termelétrica Pampa Sul, a ENGIE Brasil Energia se consolidou como a maior geradora de energia elétrica 100% renovável do país.

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Esse esforço soma-se, ainda, aos mais de R$ 2,9 bilhões investidos em geração eólica e solar e linhas de transmissão em 2023, com previsão de mais de R$ 13,8 bilhões nos próximos dois anos.

Eduardo Sattamini, Diretor-Presidente da companhia destaca que, “O ano de 2023 foi marcante para todos nós. Celebramos os 25 anos de existência da ENGIE Brasil Energia ao mesmo tempo em que atingimos o patamar de maior gerador 100% renovável no país, um objetivo que planejamos com muito rigor e diligência desde 2016, alinhados aos nossos propósitos e visão de futuro. Esse resultado só foi possível graças a todas as pessoas e instituições que nos apoiam ao longo dessa jornada e que, assim como nós, acreditam e investem na potência do Brasil como um importante agente para a economia de carbono neutro, em escala global”.

Nesses 25 anos, a companhia passou de 3,7 GW de capacidade de geração, em 1998, para 8,3 GW, mantendo a diversificação de fontes e com investimentos massivos na expansão em renováveis e transmissão.

Ampliação de seu pipeline

Para os próximos anos, a ENGIE também avança na ampliação de seu pipeline, com a implantação simultânea de três empreendimentos: o Conjunto Fotovoltaico Assú Sol, em Assú (RN), com capacidade instalada de 895 MW; o Conjunto Eólico Serra do Assuruá, em Gentio do Ouro (BA), com capacidade instalada de 846 MW; e o Conjunto Eólico Santo Agostinho, em Lajes (RN) e Pedro Avelino (RN), que conta com capacidade instalada de 434 MW e já opera comercialmente.

Na frente de clima, o relatório destaca ainda as ações para descarbonização das operações no Brasil, especialmente com avanço das ações voltadas ao Escopo 3, que incluem iniciativas de engajamento, conscientização, gestão e mitigação de emissões na cadeia de suprimentos.

Pilares ESG

No aspecto ambiental, a questão da biodiversidade, do uso da água e da gestão de resíduos também são amplamente abordados no Relatório, com exposição das metas, ações e resultados alcançados, especialmente nas regiões de atuação da ENGIE.

No pilar voltado às Pessoas, são analisadas as ações para os colaboradores, comunidades do entorno das operações e com fornecedores. Ações em busca de maior diversidade, equidade e inclusão na empresa também relatadas. Na área de diversidade de gênero, por exemplo, a ENGIE tem o compromisso de ampliar para pelo menos 40% a participação de mulheres na administração do Grupo — a participação delas na força de trabalho registrada ao final de 2023 era de 29,4% na Companhia e de 27,7% em posições de liderança.

Ética e governança perpassam de forma horizontal todos os demais pilares. No relatório são apresentadas as matrizes de risco, as estruturas de governança interna e as relações estabelecidas com agentes e associações externas para assegurar as melhores práticas.

Sobre o relatório

O Relatório de Sustentabilidade 2023, que está alinhado às orientações da Global Reporting Initiative (GRI), conta com o desenvolvimento de estudo de materialidade em sua concepção. No material, foram revisados os tópicos elencados em anos anteriores, bem como identificados eventuais novos temas relevantes.

Acompanhando as tendências globais de gestão e reporte ESG, a Companhia tem agregado ao Relatório parte das recomendações de outras instituições de referência no tema, tais como International Integrated Reporting Council (IIRC), Pacto Global das Nações Unidas, Fórum Econômico Mundial, Sustainability Accounting Standards Board (SASB) e Financial Stability Board (FSB) – no âmbito da Força-Tarefa para Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD).

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