Cantor e compositor de Florianópolis apresenta show inédito no palco do Sesc Prainha

14 de Julho de 2021

Iniciativa visa impulsionar a campanha de financiamento coletivo criada para viabilizar o lançamento do EP Cara a Cara em setembro

 

Neste sábado, 17/7, às 20h00, o cantor e compositor Marcoliva apresenta pela primeira vez o show Cara a Cara, com seis canções autorais do EP homônimo. O artista de Florianópolis, banda e convidada especial estarão no palco do Sesc Prainha, que irá transmitir a apresentação pelo canal no YouTube do Sesc Santa Catarina. O objetivo é impulsionar a campanha de financiamento coletivo criada para viabilizar o lançamento do EP em setembro. 

“Essa noite terá um “q” de especial por também ser o meu aniversário. E olha que isso não foi combinado. Calhou! Por conta disso, quero aproveitar para fortalecer a campanha de financiamento colaborativo e literalmente tirar da gaveta esse trabalho como um todo”, afirma Marcoliva. 

O show Cara a Cara privilegia o verso e tem pegada rítmica marcada pela percussão de Alexandre  Damaria e de Rodrigo Campos. Na voz e violão, Marcoliva; na guitarra, Rafael Meksenas; e no contrabaixo, Fábio Carlesso. De quebra, contará com a participação especial da cantora Silvia Abelin.

 

EP celebra encontros e trocas artísticas 

O EP Cara a cara, conta Marcoliva, celebra os encontros e “tem sabor das trocas artisticas”. Com direção musical de Rafael Calegari, tem a parceria (letras) de Milu Leite em Acalanto para o Coração; de Dennis Radünz e Vinícius Alves em Ou ou; de Aline Maciel em Chiaroscuro, que também participa cantando; e de Christian Von Koenig em Girassol de Júlia. Conta ainda com a participação vocal de Silvia Abelin. A cantora Angie Gastambide fez um trabalho de voice coach com o elenco e participa em uma das faixas. 

“A música Girassol de Julia, por exemplo, surgiu do poema de Christian Von Koenig que tive contato no projeto Palavra Canção; Acalanto nasceu no sarau da Casa da Tita, no Campeche; Lixo, o Que? surgiu de uma provocação do programa Quinta Maldita”, revela o artista. 

O resultado dessas conexões foi um potente apanhado poético:  

Ou ou fala da finitude da vida; Chiaroescuro, do desejo de estar perto e distanciamento de quem se ama, fala de solidão; Acalanto faz refletir sobre olhar para si; Girassol de Julia fala da flor que floresce, que traz esperança;  Lixo, o Que?, sobre o lixo de forma literal e do lixo humano; e, por fim, Cara a cara fala sobre empatia, sobre abertura para se ver no outro.

“Emerge desse trabalho o conceito do não eu, que não significa a ausência de si, mas a valorização do outro. É uma provocação para olhar para dentro e para fora, para olhar para o outro. Cara a cara pede empatia e clama pela compreensão (utópica) que somos todos iguais”, reflete Marcoliva. 

A força do coletivo

O trabalho do coletivo aparece nas canções, nos videoclipes e na divulgação do EP, do show e da campanha colaborativa. Outros profissionais que contribuíram com projeto foram Natália Seeger e Blandnoa, com figurino; Denilson Antônio, com o cenário; Monica Kukulka, com a direção cênica; Cláudia Aguiyrre, Juliana Antonello, Isabella Graça e Stewart Polo com criações  audiovisuais; Guto Campos com imagens e fotografias; Stella Machado com maquiagem; Leo Seconatto, com a identidade visual; Eduardo krziminski com arte gráfica; Lacerda Music e Rafael Calegari com os os estúdios; e o Selo Café Maestro. Diálogo constante e ajuda na concepção geral de Concetta Esposito. A produção executiva é de Davi Tekle.

 

Campanha colaborativa

Para viabilizar a produção e lançamento do EP Cara a Cara foi criada uma campanha colaborativa na plataforma  apoia.se. O apoio recebido será revertido para mais de 20 profissionais da cadeia produtiva de produção musical, de vídeo e comunicação. A campanha vai até o dia 3 de setembro. 

Notícias Relacionadas