Engie comemora 20 anos de atuação apoiando Pesquisa e Inovação em Santa Catarina

21 de Setembro de 2018

Até o final de 2018 a capital catarinense receberá o ENGIE Lab Brasil, um centro de pesquisas e inovação nas áreas de energia eólica e solar, cidades inteligentes, biogás e hidrogênio

A ENGIE Brasil comemora neste mês de setembro 20 anos de atividade na posição de maior geradora privada de energia do país e se expande para os segmentos de transmissão e serviços. Muito dessa trajetória bem-sucedida se deve à atuação em Santa Catarina, onde está instalada a sede da linha de negócios de geração, transmissão e comercialização de energia, em Florianópolis. Criada a partir da privatização da Gerasul, a empresa faz parte do grupo ENGIE, de origem francesa, que está presente em 70 países, tem receitas globais que superam os 65 bilhões de euros e investe 180 milhões de euros anuais em desenvolvimento tecnológico. Até o final de 2018 a capital catarinense receberá o ENGIE Lab Brasil, um centro de pesquisas e inovação nas áreas de energia eólica e solar, cidades inteligentes, biogás e hidrogênio.  

“Nestas duas décadas superamos dificuldades, construímos oportunidades e nos antecipamos, sempre com responsabilidade, disciplina financeira, criatividade comercial e inteligência de mercado”, afirmou o diretor-presidente da ENGIE Brasil Energia, Eduardo Sattamini. “Cuidamos dos nossos colaboradores, desenvolvemos profissionais e construímos futuros”. A escolha de Florianópolis para receber o laboratório levou em conta incentivos fiscais e, o mais importante, a presença de um dinâmico ecossistema de inovação. "Temos possibilidades de exportar inovações e tecnologias desenvolvidas aqui", acrescentou. O ENGIE Lab brasileiro se soma a outros centros de pesquisa que o grupo mantém em sete países: França, Bélgica, Chile, México, Emirados Árabes Unidos, Singapura e China.

Em Florianópolis também está o COG (Centro de Operação da Geração) da ENGIE Brasil Energia, de onde são operadas remotamente nove usinas de diversas regiões do país, por meio de um sistema totalmente digitalizado. Sua vantagem é aumentar a segurança e a confiabilidade dos serviços, ao possibilitar o acesso dos técnicos às informações em tempo real. Até o final de 2018, a meta é chegar à operação remota de 12 empreendimentos, com a inclusão das hidrelétricas Jaguara e Miranda (MG) e do Complexo Eólico Umburanas (BA). Serão 2.900 MW operados remotamente, hoje são 1.700 MW gerados pelas usinas hidrelétricas Ponte de Pedra, Passo Fundo, São Salvador, Cana Brava e as PCHs José Gelásio e Rondonópolis; os complexos eólicos Trairi e Campo Largo, e a usina solar Assu V.

Sustentabilidade
A prioridade estratégica da ENGIE é liderar a transição energética global para uma economia descarbonizada. Nesse sentido, uma iniciativa pioneira de desenvolvimento sustentável foi desenvolvida no Planalto Serrano catarinense. O Projeto de Redução de Emissões de Metano da Unidade de Cogeração de Lages (UCLA) foi o primeiro do grupo a conquistar a meta do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) da Organização das Nações Unidas. O MDL foi criado pelo Protocolo de Kyoto para contribuir com a redução da emissão de gases do efeito estufa na atmosfera. Em uma década de geração de energia elétrica e vapor com resíduos da indústria madeireira, a UCLA sequestrou metano equivalente à emissão de 2,5 milhões de toneladas de dióxido de carbono. 

O diretor-presidente da ENGIE Brasil Energia enfatizou a preocupação em criar parcerias com as comunidades no entorno dos empreendimentos, contribuindo assim para a melhoria da qualidade de vida. Um exemplo é o Parque Estadual Fritz Plaumann, localizado em Concórdia, no Oeste Catarinense. A unidade de conservação foi criada em 2003 como medida de compensação ambiental pela construção da Usina Hidrelétrica Itá, operada em consórcio com participação da ENGIE. Seus 741 hectares à margem do rio Uruguai são um santuário de vida silvestre e de remanescentes da Floresta Estacional Decidual, uma das formações de Mata Atlântica mais ameaçadas do Estado. Diversas ações socioambientais envolvendo as três comunidades rurais da vizinhança são desenvolvidas pelos gestores, o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) e a OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) Ecopef.  

Outra iniciativa bem-sucedida de sustentabilidade é o Parque Ambiental Encantos do Sul, no município de Capivari de Baixo, próximo ao Complexo Termelétrico Jorge Lacerda. Inaugurado em 2013 numa área de 35 hectares que antes servia de depósito para rejeitos de carvão, o Parque se tornou referência em educação ambiental, cultura, lazer e entretenimento para os mais de 350 mil habitantes que vivem nos 18 municípios do entorno. Ele é administrado pela Associação Jorge Lacerda com apoio da ENGIE Brasil Energia, por meio da Lei de Incentivo à Cultura.