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Boliviano investe em vinícola na Serra Catarinense | Vinícola D´alture
16 de Março de 2016

Boliviano investe em vinícola na Serra Catarinense | Vinícola D´alture

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O boliviano Roberto Carlos Chavez Soto, engenheiro mecânico de formação e larga experiência nos setores de siderurgia e metalurgia naquele País, está no Brasil há 6 anos. Estabeleceu-se em Florianópolis onde montou uma construtora e em pouco tempo começou a pesquisar locais para plantar uvas e produzir vinhos. Comprou uma fazenda em São Joaquim e montou a Vinícola D´alture, que hoje está com 40% do seu projeto arquitetônico construído e a conclusão deverá se dar até meados de 2017 com 4.000m2 contemplando restaurante, cinema, sala para degustação e sala de aromas, única no Brasil. “Apenas a Espanha e a Argentina têm salas de aromas em suas vinícolas. São locais onde os visitantes encontram uma variedade de especiarias, plantas e outras opções de sabores que vão preparando o olfato e aguçando o paladar para a degustação”, conta Roberto Chaves.

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Diferenciais
O processo de produção é integral na fazenda. Deste o plantio até o envase, todas as etapas são realizadas no local e seguem um padrão de alta qualidade. ” Uma parte de nossos tanques está numa altura superior para que o transporte do vinho para outros tanques se dê por meio de gravidade, evitando o contato humano com o produto. Temos um cuidado muito grande com a manipulação dentro da fábrica”, revela Chaves.

Uvas
Cabernet Sauvignon, Merlot, Sauvignon Blanc, Chardonnay, Malbec, Montepulciano e Sangiovese.

Vinhos Produzidos
Cabernet Sauvignon, Merlot, Trio, Duo, Flocos de Neve Seco e Demi Sec, Rose Lounge, Sauvignon Blanc, Chardonnay, Espumante Moscatel, Espumante Branco Brut e Demi Cec e Brut Rosé. A vinícola conta com 12 premiações em seu portfolio, sendo 3 medalhas de ouro obtidas em Bruxelas, onde se realiza uma das mais importantes exposições do segmento.

Produção
60.000 garrafas ano. Em 2 anos a projeção é ter 45 hectares plantados e produção próxima de 100.000 garrafas/ano.

Exportação
Ainda em 2016 iniciará exportação para a Bolívia (10.000 garrafas) e Bélgica (6.000 garrafas). “O Brasil não tem tradição com exportação de vinhos. Suas vendas anuais estão na faixa de 8 milhões de dólares e 80 % é com venda de espumantes”, informa o empresário.

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