FGV aposta na nova rede social Clubhouse

01 de Abril de 2021

Nova febre entre brasileiros, a rede social tem sido utilizada pela FGV como mais uma oportunidade de compartilhar conhecimento

 

Uma das universidade mais prestigiadas do Brasil, a FGV (Fundação Getúlio Vargas), costuma estar sempre atenta às últimas novidades da tecnologia e das redes sociais, unindo o mundo tradicional com o contemporâneo com o objetivo de atrair mais pessoas para sua instituição, e compartilhar conhecimento, estreitar o relacionamento com alunos, ex-alunos, comunidade acadêmica, especialistas de mercado, gestores de empresas, e outros setores da sociedade.

As redes sociais da FGV são populares não só por pessoas ligadas à instituição, mas por pessoas que buscam conhecimento e/ou admiram a instituição. O Twitter conta com 90 mil seguidores, TikTok 245 mil, LinkedIn 2,8 milhões, YouTube 108 mil, Instagram 202 mil, Facebook 800 mil... além de um podcast no Spotify. Agora, com o lançamento de mais uma rede social que está fazendo sucesso entre os brasileiros, o Clubhouse, a FGV está mirando em mais um meio de disseminação de conhecimento.

Pioneirismo
Primeira universidade no Brasil a fazer isso, a FGV apostou na nova rede social e abriu duas salas fixas chamadas DigitaTalks FGV que funcionam às segundas e quintas-feiras, às 18h50. Nelas são compartilhadas conteúdos voltados às áreas de tecnologia, comunicação, marketing e digitalização. Quem administra as salas são os especialistas Marcos Facó, diretor de Comunicação e Marketing da FGV; André Miceli, coordenador acadêmico na FGV; Marco Aurélio Ruediger, diretor da FGV DAPP, e Rafael Coimbra, diretor da TEC Institute.

Profissionais como a gerente de Novos Negócios do Google, Lisiane Lemos, a Diretora de Relacionamento com o Consumidor da Coca-Cola, Tatiana Michelan, o CEO do Mc Donald's, Paulo Camargo e o Vice-presidente de estratégia e finanças do Ifood, Diego Barreto, já participaram do bate-papo nessas salas.

Como afirma Marcos Facó, Diretor de Comunicação e Marketing da FGV, "estamos testando a plataforma e entendendo o melhor modo de atuar. Já temos um clube onde alunos e ex-alunos podem fazer networking e salas semanais com especialistas. Como a rede ainda não fornece dados concretos, é difícil medir o alcance, porém é importante, como marca, estar presente."

A rede social Clubhouse é diferente das outras no sentido que é usada com o objetivo de bater papo somente com áudio, e por enquanto é restrito para convidados que também sejam usuários do sistema iOS. Está na fase Beta ainda. Foi lançado em dezembro de 2020 pela Alpha Exploration Co. sendo avaliado em quase US$100 milhões. Um mês depois, em 21 de janeiro de 2021, a avaliação já tinha atingido US$1 bilhão.

Marcos Facó enfatiza que, apesar de não possuir muitos indicadores de performance, "os testes são orgânicos, propositalmente para medir o interesse do público que está inserido naquele ambiente. Esperamos que, em breve, a plataforma esteja disponível também para o sistema Android, pois se a premissa é disseminar informação de qualidade, não faz sentido esse conteúdo ficar restrito a uma parcela ínfima da população.".

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