ENTREVISTA | Roberto Bertolin, diretor regional do Grupo RIC Florianópolis

14 de Fevereiro de 2017

Nesta entrevista abordamos com Roberto Bertolin as pesquisas de audiência do Meio TV, os investimentos realizados no Balanço Geral e os resultados após 60 dias da reestreia e as novidades que a emissora está preparando para estrear em breve.

A RIC ficou sem assinar IBOPE por vários anos. Por que essa decisão e por que voltou a assinar a pesquisa?

Foram cinco sem assinar pesquisa  em  Florianópolis. Porém, neste período,  mantivemos a  compra das  pesquisas nas  praças. Voltamos a assinar porque  estamos  implementando  um plano estratégico de programação em todas as faixas  horárias.

Qual o formato de pesquisa e monitoramento vocês adquiriram e o que ele proporciona?

Temos licença para uso do MWTR Premium, com monitoramente minuto-a-minuto.

O acompanhamento minuto-a-minuto proporciona quais ações em tempo real?

Não temos preocupação em desenvolver ações em tempo real, mas sim monitorar o comportamento da audiência.

Vocês anunciaram um crescimento de 69% na audiência do Balanço Geral Florianópolis desde a estreia. Qual a base de cálculo usada considerando o pouco tempo de vida do programa?

Comparamos a média de audiência de janeiro,  com a média de audiência do programa de estréia no dia 5 de Dezembro. 

Comparar com a estreia não é um equívoco já que o programa estava ainda na pista?

Não. Apenas estamos acompanhando a performance da audiência  do programa desde  o seu inicio. Importante  considerar  que  em janeiro temos um volume de ligados  historicamente menor.

Qual a proposta do Balanço Geral enquanto programa que mistura jornalismo, humor e fofocas do mundo das celebridades nacionais?

O Balanço Geral é um programa que tem esta proposta. Na  primeira parte, das 12 às 14 horas, priorizamos o jornalismo. Na última hora, oferecemos o entretenimento, sempre priorizando a  informação.

Um dos quadros do Balanço Geral começa a ser exibido em todo o Estado. O que orientou essa decisão?

O crescimento de audiência da Hora da Venenosa em Florianópolis nos mostrou que poderíamos ocupar uma faixa de horário que tínhamos disponível nas emissoras das praças.

Quais os investimentos do Grupo RIC nesse projeto que tem a importação de Rafael Polito?

O principal  investimento  é na  produção de  conteúdo, aliado a uma grande campanha de divulgação.

Na coletiva de imprensa vocês informaram que o alvo era alcançar 8% de audiência em 6 meses e 12% em 12 meses. Como está essa meta?

Estamos crescendo  dentro do planejado.

Quais informações do IBOPE, além do comportamento da audiência, você destaca?  

O monitoramento da concorrência.

O que vem de novidades no Grupo RIC nos próximos meses?

2017 é uma ano importante para o Grupo RIC, que completa 30 anos e muitas ações estão sendo planejadas durante  todo o ano. Em março vamos ter na RICTV Record o retorno do  Clube da Bola, que vai valorizar o momento que o futebol de Santa Catarina vive na atualidade. Na programação  Nacional, teremos as estreias de novas novelas, realyties e filmes inéditos. Ainda em março, o Grupo RIC lança o novo portal RICMAIS. E no mês de abril, iniciaremos a etapa comercial do portal Clubeimovel.