Cultura nômade da BriviaDez atrai cerca de dez mil currículos para 60 vagas

11 de Dezembro de 2020

Agência de estratégia, experiência e comunicação segue em crescimento mesmo diante da pandemia

Diretor de Capital Humano da BriviaDez, João A F Andrade. Créditos: divulgação

Mesmo diante de um período de crise, a BriviaDez mantém-se em crescimento e expansão do time. Recentemente, a agência de estratégia, experiência e comunicação abriu uma seleção para 60 postos de trabalho, iniciativa que chamou a atenção pela quantidade de interessados, diversidade de perfis e localização dos candidatos. No total, foram 10.586 profissionais inscritos no processo, abrangendo todos os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal, além de cerca de 20 outros países como Portugal, Espanha, França, Irlanda e Austrália.

Segundo o Chefe de Capital Humano da BriviaDez, João A F Andrade, um dos motivos para a atração de tantos talentos foi a cultura nômade da agência. Antes da pandemia, a empresa já vinha mantendo o trabalho remoto como prática recorrente. “Proporcionamos uma condição que vem ao encontro do que os profissionais buscam hoje, conciliando sua carreira com bem-estar e liberdade. Além disso, o trabalho remoto permite fazer parte de projetos importantes para grandes organizações sem precisar se mudar para grandes centros”, pontua o executivo.

Para chegar aos 60 contratados, cerca de 20 colaboradores se envolveram na seleção, de diversos setores da BriviaDez. "Buscamos avaliar todos os currículos, em respeito aos candidatos que dedicaram seu tempo em enviá-los. Após uma avaliação dos pré-selecionados em conjunto com os heads das áreas envolvidas, agendamos as entrevistas, aplicamos testes e analisamos cases. Foram mais de 500 entrevistas, todas virtuais, em apenas 90 dias", conta o Andrade. Além disso, fora implementado na agência uma plataforma que usa inteligência artificial para encontrar os melhores candidatos. "Isso nos fez ganhar tempo e qualidade na gestão do nosso banco de talentos", destaca o profissional.

De acordo com o CHCO, toda a seleção seguiu critérios técnicos e comportamentais, disponibilizando as vagas para qualquer tipo de perfil de profissional. Uma das contratadas, que garantiu uma vaga de user experience e user interface, apresenta necessidades especiais. "Quando marcamos a entrevista, ela disse que era surda-muda, mas deixamos claro de que não havia qualquer problema. E, por sua competência, foi aprovada no recrutamento. Queremos bons profissionais", ressalta o executivo. A diversidade de perfis, segundo ele, também permite agregar riqueza de histórias, repertórios e experiências para o time.

João A F Andrade aponta que entre as principais lições aprendidas a partir de uma concorrência tão intensa por vagas, é a necessidade de humanização e a aproximação com os candidatos. "Precisamos, à distância, no mundo virtual, acolher e abraçar os interessados. Além disso, foi uma bela oportunidade para melhorar o processo, com ferramentas de gestão através de inteligência artificial", finaliza.

Algumas das vagas ainda seguem em aberto, e os interessados podem fazer o cadastro no site

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