Complemento Alimentar YPY, que reduz efeitos da quimioterapia, tem destaque na Globo News

22 de Novembro de 2018

Produto vem para minimizar os efeitos da quimioterapia nos pacientes

Foto: Divulgação

O Complemento Alimentar, desenvolvido pela YPY Sorvetes Premium para minimizar os efeitos da quimioterapia nos pacientes portadores de câncer, continua ganhando espaço. Depois de ser aprovado pelos pacientes do Hospital Universitário, graças à pesquisa coordenada pelo Departamento de Nutrição da UFSC, e de chegar às prateleiras dos supermercados, agora ele será estrela de uma reportagem especial da Globo News, para contar um pouco do que existe Brasil afora.

A equipe de reportagem da Globo News, comandada pelo repórter Pedro Neville, visitou a fábrica da YPY, em Florianópolis, nesta quinta-feira. Eles vieram conhecer de perto a linha de produção do Complemento Alimentar em consistência de sorvete, desenvolvido para ser mais uma opção de alimento para pacientes com câncer. É essa história que eles vão contar para o Brasil.

Para entender como foi criada a receita, a equipe conversou com o diretor de Desenvolvimento de Produtos da fábrica, Marcelo Baracuhy, e também com a professora do Departamento de Nutrição da UFSC, Raquel Kuerten. Aí ficou mais fácil compreender os motivos que fizeram do produto esse sucesso. Afinal, aliar saúde, sabor e um pitada de preocupação com o próximo na receita, não teria como dar errado. “Vim até aqui para conhecer uma invenção que está fazendo muito bem para as pessoas, e encontrei”, disse o repórter.

Foram quase cinco horas de gravações na fábrica. Acompanhando a produção, desde a mistura dos ingredientes até a embalagem para chegar às prateleiras. O próximo destino era conhecer a história da Marcella di Pietro, paciente que está em tratamento de câncer no sangue no HU e aderiu ao Complemento Alimentar na dieta. A conversa fluiu muito bem. Entre gargalhadas e momentos de emoção, ela conseguiu mostrar os benefícios que o Complemento tem trazido para o dia a dia dela, durante o tratamento. “Eu fui muito privilegiada, eu estava internada no hospital, na cidade onde tem a fábrica e a universidade em que estava sendo desenvolvido o sorvete. Participei dos testes, e hoje o sorvete me ajuda a enfrentar tudo isso”.