Publicidade
Revolucionando a Rotina de Trabalho: Experimente a Semana de Quatro Dias para uma Carreira Mais Equilibrada
22 de Setembro de 2023

Revolucionando a Rotina de Trabalho: Experimente a Semana de Quatro Dias para uma Carreira Mais Equilibrada

Publicidade
Por Prof Jonny 22 de Setembro de 2023 | Atualizado 24 de Setembro de 2023

Imagine uma rotina de trabalho mais equilibrada, onde você tem um dia inteiro extra para si mesmo a cada semana. Uma realidade onde a produtividade é ampliada, o estresse é reduzido e as pessoas se sentem mais realizadas em suas carreiras. Bem-vindo à semana de quatro dias, uma nova abordagem revolucionária para organizar o trabalho. Neste artigo, exploramos como essa ideia inovadora está transformando a forma como se encara o trabalho e compartilhamos os impactos positivos que ela pode trazer para sua vida profissional. Também abordamos como sua empresa, no Brasil, pode começar a experimentar esta nova realidade.

Prepare-se para descobrir os desafios, as oportunidades e as primeiras etapas para adotar essa nova forma de trabalho.

Publicidade

Está pronto para experimentar e abrir as portas para uma nova realidade à frente? Boa leitura!

Como esta história começa

A relação da humanidade com o trabalho tem sofrido consideráveis transformações nos últimos tempos, sobretudo com o advento de experimentos, alguns que se tornaram realidades nas empresas, sobre a semana de 4 dias de trabalho. É interessante notar que isto bem pode ser uma tendência, tendo em vista que há menos de dois séculos nos Estados Unidos, em 1866, os trabalhadores envidavam esforços junto ao Congresso para tornar lei a jornada diária de 8 horas de trabalho. Este artigo, publicado recentemente na Business Insider, em fevereiro, traz uma interessante cronologia com os principais marcos desta jornada. Embora esta primeira ação tenha falhado em conquistar seu objetivo, ela colocou em marcha um movimento que gerou grandes mudanças naquele país, reverberando por outras nações. A realidade atual é bem diferente, por exemplo, segundo o mesmo artigo, em janeiro, um projeto de lei apresentado pelos legisladores de Maryland em janeiro incentiva os empregadores a instituir uma semana de trabalho de 32 horas sem cortar os salários e benefícios dos trabalhadores.

Este outro artigo, publicado no The Guardian, em novembro do ano passado, apresenta que cem empresas no Reino Unido se inscreveram para uma semana de trabalho permanente de quatro dias para todos os seus funcionários, sem perda de salário, um marco na campanha para mudar fundamentalmente a abordagem do trabalho na Grã-Bretanha. Aqui, iremos explorar alguns aspectos sobre a semana de 4 dias, incluindo como esta iniciativa surgiu, quais empresas a adotaram inicialmente, quais vantagens têm sido observadas com esta prática, que exemplos são relatados de experimentos negativos, entre outros pontos.

No final do século XIX, a semana de trabalho média para funcionários da indústria era de 100 horas. Vista como um dos primeiros marcos históricos, até como uma revolução, a iniciativa da Ford em 1926 adotou a semana de 40 horas de trabalho, geralmente em cinco dias, o que se tornou certo padrão no mundo. Segundo Douglas Brinkley, na raiz desta iniciativa também existia um componente de consumo, já que a semana de cinco dias, proposta por Ford, encorajaria os trabalhadores a tirar férias e fazer compras no sábado. Em pouco tempo, fabricantes de todo o mundo seguiram seu exemplo.

O fato é que, assim como houve um movimento para semana de 40 horas há um século, muitos defendem o surgimento da semana de trabalho de 4 dias, como aponta o autor Dan Schawbel, em 2018, uma empresa financeira com sede na Nova Zelândia lançou um programa de oito semanas teste com 240 funcionários para testar uma semana de trabalho de 30 horas sem reduzir o salário. O resultado foi que mais de três quartos disseram ter melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal, seus níveis de estresse diminuíram 7%, enquanto o comprometimento e o empoderamento melhoraram muito. Interessante notar que os experimentos com a semana de 4 dias, ocorreram antes da pandemia do COVID. Contudo, pelas referências encontradas, fica evidente que a pandemia contribuiu para ampliar estes experimentos em várias empresas no mundo, algumas referências neste sentido, são apresentadas mais a frente.

Impactos sobre aumento de produtividade e redução do stress

Vale destacar que a iniciativa da semana de 4 dias já circula há algum tempo. Por exemplo, já nos anos 70, como aponta este artigo no The Guardian, a consultora de gestão americana chamada Riva Poor escreveu um livro defendendo uma revolução no trabalho e no lazer chamado “4 Days, 40 Hours”. Isso gerou muito barulho na época, argumentando que grandes benefícios adviriam de tirar um fim de semana mais longo e trabalhar menos dias, porém mais longos.

Mais recentemente, um experimento conduzido pela Microsoft no Japão, registrado neste artigo do The Guardian, em 2019. A empresa testou uma semana de trabalho de quatro dias em seus escritórios no Japão e descobriu que, como resultado, os funcionários não eram apenas mais felizes, mas consideravelmente mais produtivos. As semanas mais curtas levaram a reuniões mais eficientes, trabalhadores mais felizes e aumentaram a produtividade em impressionantes 40%, concluiu a empresa no final do teste. Como parte do programa, a empresa também planejou subsidiar férias familiares para funcionários em até ¥ 100.000 ou US$ 920. “Trabalhe pouco, descanse bem e aprenda muito”, disse o presidente e CEO da empresa naquele país.

Além da Microsoft no Japão, este artigo traz cinco outras experiências de empresas de países como: Nova Zelândia, Estados Unidos e Inglaterra, mostrando o impacto da semana de 4 dias em suas práticas. Por exemplo, a MRL, uma empresa de recrutamento com sede no Reino Unido, implementou um teste de seis meses da semana de trabalho de quatro dias no ano passado e constatou os benefícios no local de trabalho. Segundo seu fundador David Stone, a medida contribuiu para melhorar a retenção de funcionários. Ele apontou que os principais motivos para esta iniciativa foram melhorar o bem-estar, os níveis de energia, a felicidade e a redução do estresse.

Os resultados do teste de seis meses foram conclusivos. A retenção de pessoal foi de 95%, a produtividade aumentou 25% e também houve uma melhora perceptível na saúde dos funcionários. As ausências de curto prazo também foram reduzidas em 40%, com quase todos os funcionários dizendo que se sentiam mais descansados após um fim de semana de três dias.

O mesmo artigo aponta o caso da consultoria Think Productive como a primeira a adotar a semana de trabalho de quatro dias, tendo implementado a iniciativa em 2011. Seu sistema oferece opções para os colaboradores trabalharem de segunda a sexta-feira ou um pouco mais de oito horas de segunda-feira a quinta-feira, incluindo uma sexta-feira normal uma vez por mês.

Segundo a diretora executiva, a mudança transformou a produtividade e o bem-estar, com a semana de trabalho mais curta tornando-os ainda mais focados em abrir espaço para o que importa, o trabalho de alto impacto. Os fluxos de trabalho são simplificados, as reuniões são limitadas e os fins de semana mais longos fazem com que a equipe volte na segunda-feira renovada e pronta para trabalhar.

Em relação à redução dos casos de burnout, foi conduzido um projeto de 6 meses envolvendo 61 empregadores no Reino Unido, que reduziram as horas de trabalho em 20%. Os pesquisadores concluíram que as empresas que permitiram que os funcionários trabalhem quatro dias por semana, em vez de cinco, reduziram os níveis de estresse relatados pelos próprios trabalhadores em 39% e o burnout em 71%. Além disso, as licenças médicas foram reduzidas em 65% e a rotatividade em 57%, segundo pesquisa realizada na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e na Universidade de Boston, nos Estados Unidos. No Brasil, também já existem alguns casos sobre a adoção da semana de 4 dias, segundo esta matéria da InfoMoney aponta o setor que mais demonstra estes casos está ligado à tecnologia, trazendo sete empresas que teriam adotado esta prática.

 

Quais são os desafios desta nova forma de organizar o trabalho

A despeito dos claros benefícios, e da proliferação de casos bem sucedidos em diversas partes do mundo, existem alguns desafios que devem ser considerados pelas empresas para adotar a jornada de 4 dias na semana. Por exemplo, conforme exposto pelo portal HR World, existem casos de organizações que realizaram este experimento e retornaram ao modelo tradicional. Por exemplo, em 2021, a Collective Campus, empresa de consultoria e serviços empresariais, fez uma pequena experiência, decidiram trabalhar quatro dias por semana durante quatro semanas.

Ao contrário da maioria dos resultados, esta empresa constatou uma quebra de produtividade na ordem dos 20%. Perplexos com os resultados, eles começaram a pesquisar outros estudos que mostravam um aumento na produtividade, e notaram que os participantes desses estudos relataram mudanças em seu comportamento de trabalho enquanto trabalhavam apenas quatro dias por semana. Os participantes disseram que sua gestão de tempo era melhor. Mais precisamente, eles foram mais eficazes em delegar tarefas e as reuniões foram mais curtas. A conclusão é que menos dias de trabalho contribuíram para uma melhor gestão do tempo e, consequentemente, aumento da produtividade. A queda de produtividade da Collective Campus foi consequência de um fluxo de trabalho ruim. Outra empresa não teve uma experiência positiva com uma semana de trabalho de quatro dias foi a Treehouse, uma grande empresa de RH nos Estados Unidos, que implementou uma semana de quatro dias em 2016, mas voltou para cinco dias. A principal razão para retornar ao modelo tradicional foi a dificuldade em acompanhar a concorrência, gerando inclusive a perda de um dos maiores clientes. Ainda segundo o portal HR World, os resultados negativos são raros e muitos outros estudos apoiam a perspectiva positiva da semana de quatro dias.

É fundamental considerar as desvantagens potenciais desta mudança. Neste sentido, a consultoria mundial Adecco Group elenca algumas desvantagens que devem ser analisadas:

O custo: os que se opõem à semana de quatro dias mencionam o custo de recrutamento de funcionários. Nos Estados Unidos e em outros países, funcionários em tempo integral custam mais do que seu salário anual: os empregadores também cobrem o custo de benefícios como pensões e seguro saúde. Os empregadores podem não conseguir contratar mais pessoas para cobrir as horas de trabalho reduzidas.

A possível falta de igualdade entre trabalhadores: se a semana de trabalho de quatro dias começar a ganhar força, uma das maiores desvantagens pode ser que ela amplie as desigualdades existentes. Tal conceito pode ampliar as desigualdades existentes entre trabalhadores do conhecimento e os que realizam atividades manuais que geralmente são pagos com base em horas trabalhadas.

Nem todos os setores podem participar: alguns setores exigem presença 24 horas por dia, 7 dias por semana ou outro agendamento semelhante para um fluxo ideal, dificultando a implementação de uma semana de trabalho de quatro dias. Por exemplo, se o seu negócio gira em torno do atendimento ao cliente, pode ser difícil gerenciar os problemas que surgem com os clientes durante os quatro dias da semana. Pode ser importante para as empresas resolver problemas durante a semana e fins de semana.

O risco é caro: os oponentes dizem que a desvantagem mais evidente para os empregadores é o risco de custo associado a uma semana de trabalho de quatro dias, especialmente se os funcionários não cumprirem os requisitos de trabalho. No teste de dois anos da Suécia de uma semana de trabalho reduzida (de 40 horas por semana para 30 horas por semana), eles encontraram maior satisfação do trabalhador, mas o experimento tornou-se muito caro para continuar com sucesso.

Os trabalhadores podem ter que trabalhar as mesmas horas: Certos trabalhos levam tempo para serem concluídos completamente, e alguns trabalhos podem não ser adequados para horas reduzidas. Em um experimento de quatro dias semanais de trabalho na França, eles descobriram que os colaboradores trabalharam as mesmas horas. A única diferença? A empresa teve que pagar horas extras, uma despesa adicional para a empresa.

O gerenciamento da equipe pode se tornar difícil: gerenciar várias equipes em uma semana de trabalho de quatro dias pode ser um desafio, especialmente se o negócio funcionar 24 horas por dia, 7 dias por semana. Se esses dias de folga dos funcionários forem dispersos, pode ser difícil marcar reuniões de equipe e gerenciar projetos.

Esta outra referência traz ainda a possibilidade de ser ter a mão de obra subutilizada. É fato que alguns funcionários são simplesmente condicionados a trabalhar cinco dias por semana, independentemente de quantas horas trabalhem no início da semana. Se um empregador corta horas para acomodar um horário mais curto, os trabalhadores ainda podem dedicar mais tempo para aumentar seu salário líquido.

Quando a Holanda encurtou sua semana de trabalho, por exemplo, um estudo mostrou que 1,5 milhão de pessoas queriam trabalhar mais horas, mas não conseguiram.

Por onde começar?

Se você ou sua empresa está avaliando esta nova jornada de trabalho, é importante considerar que apesar de alguns estudos recentes sobre a eficácia da semana de quatro dias tenham sido exagerados na mídia, pesquisas sugerem que reduzir o trabalho horas pode diminuir o estresse do funcionário e melhorar o bem-estar sem afetar a produtividade, mas apenas quando implementado efetivamente. Neste sentido, este artigo da Harvard Business Review sugere um guia de implementação com seis passos, dos quais destacamos aqui apenas alguns aspectos.

Mude sua mentalidade
Para que uma semana de trabalho de quatro dias seja bem-sucedida, os líderes devem mentalidades para valorizar a produtividade real, não apenas as horas trabalhadas. Eles devem garantir que os funcionários não tenham medo de penalizado por priorizar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal, e isso começa com modelando um equilíbrio mais saudável entre vida profissional e pessoal.

Defina suas metas e métricas
Tanto funcionários quanto líderes devem estar ativamente envolvidos em uma série de decisões críticas. O artigo aponta um case em que uma líder e sua equipe formaram um comitê dirigido por funcionários para liderar o lançamento de seu programa de horário reduzido. O grupo de trabalho reunia-se por uma hora todos os dias por seis semanas para discutir possíveis problemas antes de lançar o piloto. Para preparação, o artigo sugere questões bem relevantes para colaboradores e líderes.

Crie um plano de comunicação interna e externa
Há uma série de preocupações nas mentes das partes interessadas, e é importante que os líderes sejam proativos nisto. Internamente, as maiores dúvidas provavelmente serão sobre como a mudança afetará os empregos das pessoas. Seja claro sobre suas razões para experimentar a semana de trabalho de quatro dias e garantir a seus funcionários que eles não serão demitidos, sofrerão cortes salariais ou perderão outros benefícios como férias pagas. O mesmo é verdade externamente. Muitas empresas se preocupam com o que seus os clientes pensarão se reduzirem o horário, mas essas preocupações muitas vezes podem ser resolvidas com uma efetiva comunicação. Para isto, identifique quais clientes, parceiros ou outras partes podem ser afetados e trabalhe de forma adequada para esta clara comunicação.

Execute um Piloto
Nesta fase, o objetivo não é acertar tudo desde o início, mas sim para identificar as ferramentas e processos que sua organização precisa para reduzir as horas de trabalho possível.

Provavelmente precisará de pelo menos alguns meses para implementar um estudo piloto em grande escala. Durante esse período, surgirão problemas. O artigo também recomenda algumas questões que podem surgir deste piloto.

Avalie o Projeto-Piloto
Há diferentes formas de analisar os resultados. Qualitativamente, podem ser conduzidas entrevistas em grupo para fornecer informações sobre as experiências dos funcionários com o programa de quatro dias semana de trabalho e pesquisas de satisfação no trabalho mais formalizadas podem identificar tendências e mudanças nos níveis autorrelatados de estresse, vida profissional equilíbrio e qualidade de vida. Quantitativamente, existem outros métricas que você pode ver. Por exemplo, os funcionários tiraram menos dias de licença-saúde durante o piloto? Em caso afirmativo, isso pode sugerir que os funcionários sentiram-se menos esgotados. No que diz respeito à produtividade, as métricas relevantes dependerão da equipe. Mais importante ainda, não há necessidade de reinventar a roda de análise. Embora as especificidades sejam exclusivas da sua organização, existem inúmeros white papers, relatórios e estudos de caso que você pode consultar para obter inspiração ao entender seus resultados.

Amplie, mas continue fazendo iterações
Depois de avaliar o piloto e resolver quaisquer problemas que surgiu, tome medidas para tornar a mudança de horário permanente. Os líderes precisarão trabalhar em toda a organização para incorporar novos práticas em sua cultura de trabalho, garantir que as pessoas não voltem aos velhos hábitos (sem enviar e-mails nos dias de folga!) e mantenha o foco na produtividade – não nas horas trabalhadas – como a métrica do sucesso.

Ao mesmo tempo, é fundamental acompanhar as métricas de sucesso ao longo do longo prazo e adaptar seus processos de acordo com o que eles mostram. Uma estratégia eficaz é manter o trabalho liderado pelos funcionários sessões e grupos focais mesmo após os resultados iniciais do piloto serem analisados, para ajudar a identificar e superar os desafios em curso. Cada organização descobrirá seus próprios desafios quando se trata para ampliar uma política de redução de horas de trabalho. Constante experimentação e iteração serão essenciais para qualquer sucesso implantação de longo prazo.

Quer participar deste experimento e ter acesso a mais materiais?

A organização Four Day Global é uma comunidade sem fins lucrativos, que visa fornecer uma plataforma aos interessados em apoiar a ideia da semana de 4 dias como parte do futuro do trabalho. Essa ideia nasceu da atenção recebida de todo o mundo em reação ao nosso programa de sucesso lançado no Perpetual Guardian em 2018. Segundo este artigo, publicado recentemente pela Forbes Brasil, esta organização está organizando um experimento aberto a diferentes empresas no Brasil que queiram testar este regime de trabalho. O experimento está em fase de planejamento e deverá começar em novembro, com duração de seis meses. Para mais informações sobre este projeto acesse o site.

Uma nova realidade à frente

Independente de quantas empresas venham a aderir esta dinâmica de trabalho, das referências analisadas, me parece que teremos uma nova realidade à nossa frente. Neste cenário, tanto empresas quanto colaboradores irão redimensionar suas relações de trabalho visando a busca pelo equilíbrio. Os exemplos são variados, bem como os desafios para mudança, mas pelas experiências já registradas, é bem possível que esta realidade se aproxime cada vez mais.

A semana de quatro dias surge como uma oportunidade de trazer equilíbrio, bem-estar e maior eficiência para nossas vidas profissionais. Ao refletir sobre as transformações que essa nova forma de trabalho pode trazer, cabe experimentar este modelo, estar aberto para uma nova realidade. Ao adotar uma abordagem mais inteligente e sustentável para o trabalho, estamos construindo um futuro onde o bem-estar e a realização pessoal são prioridades.

Grato pela leitura. Nos encontramos no próximo!

Abraço, Jonny

Publicidade
WhatsApp
Junte-se a nós no WhatsApp para ficar por dentro das últimas novidades! Entre no grupo

Ao entrar neste grupo do WhatsApp, você concorda com os termos e política de privacidade aplicáveis.

    Newsletter


    Publicidade