Coluna Cinema | TOP 5 Filmes Brasileiros

25 de Junho de 2021

Central do Brasil é Destaque

Central Brasil (divulgação)

Nos últimos anos o cinema brasileiro produziu grandes obras. Filmes, como “Central do Brasil” (1998), de Walter Salles, que concorreu ao Oscar e “Tropa de Elite”, de José Padilha, foram sucessos de bilheteria e conquistaram reconhecimento internacional. Em homenagem à sétima arte produzida no Brasil, o Dia do Cinema Nacional foi comemorado no último 19 de junho. Esta data é comemorada em 19 de junho em homenagem ao dia em que o ítalo-brasileiro. Afonso Segreto (primeiro cinegrafista e diretor do país) registrou as primeiras imagens em movimento no território brasileiro, em 1898. Ele captou imagens da entrada da baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, a bordo do navio francês Brésil - a primeira filmagem em território nacional. 

Confira meus indicados a TOP 5 filmes brasileiros:

Aquarius: Clara (Sonia Braga) é uma recifense de 65 anos, viúva e jornalista aposentada. Ela é a última moradora do edifício Aquarius, local onde criou seus filhos e viveu grande parte da vida. Uma construtora, interessada em erguer um prédio mais moderno no terreno, comprou todos os outros apartamentos. Clara não vê motivos para se mudar e deixa claro que não irá vender seu imóvel. Mas, começa a sofrer ameaças para mudar de ideia. Ano 2006.

 

Central do Brasil: Dora (Fernanda Montenegro), uma amargurada ex-professora, ganha a vida escrevendo cartas para pessoas analfabetas, que ditam o que querem contar às suas famílias. Ela embolsa o dinheiro sem sequer postar as cartas. Um dia, Josué (Vinicius de Oliveira), o filho de nove anos de idade de uma de suas clientes, acaba sozinho quando a mãe é morta em um acidente de ônibus. Ela reluta em cuidar do menino, mas se junta a ele em uma viagem pelo interior do Nordeste em busca do pai de Josué, que ele nunca conheceu. Ano 1998.

 

Dois Filhos de Francisco: Francisco Camargo (Ângelo Antônio) é um lavrador que quer transformar dois de seus nove filhos em uma dupla sertaneja. Ele inicialmente deposita sua esperança no mais velho, Mirosmar (Dablio Moreira), e resolve lhe dar um acordeão quando completa 11 anos. Mirosmar e o irmão Emival (Marco Henrique), que toca violão, se apresentam com sucesso nas festas da vila onde moram. Mirosmar e Emival começam então a tocar na rodoviária de Goiânia, quando se mudam para lá, na intenção de conseguir algum dinheiro para ajudar em casa. Os garotos conhecem Miranda (José Dumont), empresário de duplas caipiras, que viaja com eles por mais de 4 meses. Os irmãos novamente fazem sucesso, mas um acidente encerra prematuramente a carreira da dupla. Já casado e com duas filhas pequenas, Zezé tem dificuldades em sustentar a família e o máximo que consegue é que outras duplas cantem composições suas. É quando ele encontra em seu irmão Welson (Thiago Mendonça), que passa a usar o nome artístico de Luciano, o parceiro ideal para levar adiante sua carreira musical. Ano 2005.

 

Tropa de Elite: Nascimento (Wagner Moura), capitão da Tropa de Elite do Rio de Janeiro, é designado para chefiar uma das equipes que tem como missão apaziguar o Morro do Turano. Ele precisa cumprir as ordens enquanto procura por um substituto para ficar em seu lugar. Em meio a um tiroteio, Nascimento e sua equipe resgatam Neto (Caio Junqueira) e Matias (André Ramiro), dois aspirantes a oficiais da PM. Ansiosos para entrar em ação e impressionados com a eficiência de seus salvadores, os dois se candidatam ao curso de formação da Tropa de Elite. Ano 2007.

 

 

Cidade de Deus: Buscapé (Alexandre Rodrigues) é um jovem pobre, negro e muito sensível, que cresce em um universo de muita violência. Buscapé vive na Cidade de Deus, favela carioca conhecida por ser um dos locais mais violentos da cidade. Amedrontado com a possibilidade de se tornar um bandido, Buscapé acaba sendo salvo de seu destino por causa de seu talento como fotógrafo, o qual permite que siga carreira na profissão. É através de seu olhar atrás da câmera que Buscapé analisa o dia-a-dia da favela onde vive, onde a violência aparenta ser infinita. Ano 2002.

 

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Até a próxima semana.

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    COLUNA CINEMA é produzida e publicada semanalmente.pela publicitária Jessie Lodi. Jessie Lodi é formada em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda pela FAG, especialista em Assessoria de Comunicação e Marketing e Gestão de Negócios. Possui experiência com produção de vídeos, produção de eventos, gestão de contas em agências de comunicação e marketing de associações. Atua no mercado paranaense e catarinense desde 2002 e é apaixonada por cinema. Curta o instagram @jessielodi Para comunicação com a coluna usar cinema@acontecendoaqui.com.br

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