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Campanha da ABE informa e combate o preconceito contra a epilepsia
25 de Março de 2021

Campanha da ABE informa e combate o preconceito contra a epilepsia

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 50 milhões de pessoas no mundo têm epilepsia, e mesmo assim, o cenário é de carência de políticas públicas e preconceito no Brasil. Pensando em mostrar que a informação é o principal meio de mudança, a Associação Brasileira de Epilepsia (ABE) lançou a campanha “Quem vê cara, não vê epilepsia“.

Desenvolvida pela agência KBCOM, a ação conta com peças que reforçam que crises epilépticas podem acontecer com qualquer pessoa, em qualquer lugar, e nada tem a ver com capacidade intelectual delas. “O objetivo é munir as pessoas de conhecimento e provocar a reflexão, mostrando que provavelmente, elas conhecem ou já conheceram pessoas com a doença e que o importante é saber como agir caso presenciem alguém em crise”, explica a Presidente da ABE, Maria Alice Susemihl.

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No digital, foi criado uma landing page com todas as informações da campanha, além de uma série de posts informativos nas redes sociais da ABE e lives com profissionais da saúde tirando dúvidas e desmitificando temas que alimentam fake news. No meio off-line, a campanha conta com uma parceria com a ViaQuatro e ViaMobilidade, que inseriram painéis em linhas das estações de metrô de São Paulo com a figura de uma professora, uma atleta, uma chefe de cozinha, um músico e uma médica, provocando uma reflexão sobre a capacidade de viver uma vida normal. Um vídeo também foi desenvolvido para informar as pessoas dentro dos vagões.

“O propósito da KB é impactar as pessoas pela comunicação, mudando a forma como se relacionam com determinados assuntos. Por isso, a escolha das linhas foi estratégica pela conexão com o mote. Nos trens, milhares de pessoas se cruzam todos os dias, mas não sabem das histórias uma das outras. São lugares onde, literalmente, quem vê cara, não vê epilepsia, e crises podem acontecer. É aí que entramos com a informação, com a quebra de estigmas e com a prestação de serviços”, explica a CEO da KBCOM, Kelly Boscarioli.

Além disso, alguns prédios de diversas regiões do Brasil também foram iluminados com a cor roxa – que representa o Março Roxo, da conscientização da epilepsia – como é o caso do JK, principal monumento modernista de Minas Gerais. 

 

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